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29 Mar 2014 - 11:47

FUNAI comete crime derrubando Igrejas no Araguaia, por Kalixto Guimarães

Agência da Npticia com Kalixto Gumarães

Agência da Notícia

Forças Policias derrubaram os prédios que ainda existiam no Posto da Mata (Crédito: Agência da Notícia)

Forças Policias derrubaram os prédios que ainda existiam no Posto da Mata

Após destruir violentamente o distrito de Estrela do Araguaia, com guinchos e maquinário pesado transformando em ruínas mais de 600 residências, escolas, estabelecimentos comerciais e praças, deixando um cenário de guerra nesta comunidade e desabrigando centenas de famílias de produtores da ex – fazenda Suiá – Missu, a FUNAI, acaba de cometer mais um crime hediondo e bárbaro contra esta comunidade, destruindo as suas igrejas.

Nesta quinta feira (27/03/2014), em uma operação radical e bárbara um esquadrão de polícia especial, invadiu o distrito de Estrela do Araguaia (Posto da Mata), expulsando os moradores da área, os quais, se encontravam na localidade esperançosos de que ainda possam reconstruir suas casas e reaver suas propriedades de volta. O litígio que ainda não foi julgado no Supremo Tribunal Federal, STF, já perdura há mais de 20 anos e o mesmo ainda poderá ter desfechos imprevisíveis no Judiciário caso seja apreciado com a merecida atenção. A ação que tramitava legalmente na Justiça foi atropelada por interesses difusos e políticos favorecendo a FUNAI , que sob o beneplácito do Ministério Publico Federal, MPF, confiscaram 165 mil há de terras produtivas e legalmente adquiridas para transforma-la em mais um campo do genocídio indígena. A comunidade xavante “maraiwatsede”, posta na área oficialmente em dezembro de 2012, estão vivendo na mais completa miséria. Abandonados pela FUNAI e ONGs que dizem ser seus protetores, a população indígena dessa e da grande maioria das aldeias nativas brasileiras estão morrendo a míngua. Por outro lado o povo brasileiro, que vivem no campo estão se sentido cada vez mais acuados por conta do terrorismo étnico promovido pela militância radical do falso indigenismo, que utiliza o índio apenas como massa de manobra para desestabilizar o setor produtivo nacional e quebrar a unidade racial e cultural dos principais pilares formadores da Nação Brasileira.

As igrejas destruídas são; Quatro evangélicas e uma Católica. Esta ultima foi construída inteiramente com os donativos da comunidade local, a qual, perseguida pelo padre espanhol Pedro Casaldáliga, ex-bispo da Prelazia do Araguaia, nunca tiveram uma missa celebrada por ele e tão pouco o seu apoio para defende-los. Pelo contrario, Casaldáliga, junto com o Conselho Missionário Indigenista, CIMI, foram e ainda são os grandes causadores da tragédia imposta aos produtores e moradores não somente da Suiá-Missu, mas em todo o País. Certamente, esse crime de violação dos direitos humanos, de ofensas moral e religiosa, de destruição de construções e objetos sagrados mais cedo ou mais tarde serão julgados e quando chegar este momento, a FUNAI e toda a sua choldra de apoiadores serão condenados. Caso isto não acontecer com brevidade, a democracia e o estado de direito que rege a nossa República já foram “pro brejo.”

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