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Notícias / Economia

27 Dez 2016 - 18:40

Presidente do BB diz que banco não vai liderar redução de juros

Paulo Caffarelli afirmou que não há pressão para que o Banco do Brasil reduza taxas do cartão de crédito. Na semana passada, Temer anunciou medidas visando redução dos juros.

Do G1

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 O Banco do Brasil não vai liderar a redução da taxa de juros bancária e de cartão de crédito, afirmou o presidente da instituição, Paulo Caffarelli, durante entrevista a jornalistas nesta terça-feira (27). Segundo Caffarelli, a política do “bom para todos”, que em 2012 usou bancos públicos para reduzir taxa de juros dos empréstimos, foi ineficiente.

“Liderar a redução da taxa de juros não é o correto”, afirmou. Segundo o executivo, no passado Caixa e Banco do Brasil, bancos públicos controlados pelo governo federal, reduziram a taxa de juros e não foram seguidos pelos outros bancos, o que prejudicou suas rentabilidades.

Na semana passada o presidente Michel Temer anunciou que o governo vai limitar o prazo para o pagamento do rotativo (quando é feito o pagamento do valor mínimo da fatura) do cartão de crédito para até 30 dias, depois desse prazo haverá o parcelamento automático. A proposta do governo é que a medida reduza pela metade nos primeiros meses do ano que vem.

Em conversa com jornalistas, Caffarelli afirmou que não há nenhuma pressão do governo para que o Banco do Brasil reduza a taxa de juros e que isso acontecerá de forma natural. “Não há nenhuma pressão para que isso aconteça [reduzir a taxa de juros]”, disse. “Existe uma disposição do mercado de reduzir a taxa de juros e isso vai acontecer naturalmente”, acrescentou.

Em 2012 o Banco do Brasil e a Caixa fizeram uma política agressiva de redução de juros. No Banco do Brasil, por exemplo, os juros para compra de veículos, que variavam de 1,24% a 3,75% ao mês, caíram, na época, para 0,99% e 2,65%. O crediário para compra de bens de consumo desceu da faixa entre 2,26% e 4% para 1,6% a 1,98%.

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