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Notícias / Política

14 Nov 2017 - 17:11

Governo paga hoje servidores que recebem até R$ 14,1 mil brutos

Executivo estadual afirma que percentual de funcionários cujos salários foram quitados chega a 96,7%

Agência da Notícia com Mídia News

O secretário de Estado de Gestão, Júlio Modesto, informou que 8,7% dos servidores públicos do Poder Executivo serão pagos ainda nesta terça-feira (14). Os depósitos serão feitos nas contas daqueles que recebem até R$ 14,1 mil brutos.
 
Com o novo pagamento desta terça-feira, o número de servidores pagos em novembro chegará a 96,7%. Na última sexta-feira (10), data em que deveriam ser repassados os salários a todos os servidores, 88% deles foram pagos, incluindo apenas aqueles que recebem até R$ 5 mil líquidos.
 
Na manhã desta terça-feira, Modesto se reuniu com o Fórum Sindical – entidade que representa os servidores públicos do Estado – e informou sobre a situação dos pagamentos da categoria.
 
“Serão pagos mais R$ 67 milhões nesta terça-feira. Os pagamentos serão feitos aos servidores que recebem de R$ 5 mil a R$ 10 mil líquidos, valor que representa até R$ 14,1 mil bruto”, disse.
 
“Isso significa que mais 9.086 pessoas serão pagas, o que representa mais 8,7% do total de servidores do Poder Executivo”, acrescentou.
 
Conforme o Executivo, o pagamento feito nesta terça-feira representará a quitação de R$ 402,1 milhões da folha salarial correspondente a outubro. 
 
De acordo com Modesto, os 3,2% dos servidores – equivalentes a 3.371 trabalhadores –, que ainda não foram pagos, deverão receber na próxima sexta-feira (17) ou na segunda-feira (20).
 
“Nós vamos buscar todos os esforços para liquidar esses pagamentos o mais breve possível”, afirmou.
 
Os pagamentos serão feitos aos servidores que recebem de R$ 5 mil a R$ 10 mil líquidos, valor que representa até R$ 14,5 mil bruto
Durante a reunião, que teve início às 11h e terminou às 12h10, os servidores chegaram a perguntar a Modesto sobre os pagamentos que serão feitos em dezembro. Porém, o secretário não se pronunciou.
 
“Vamos zerar a conta deste mês primeiro, para que possamos falar do próximo. Posso garantir que grandes esforços têm sido feitos para garantir os pagamentos no prazo”, disse.
 
O secretário ainda mencionou sobre os décimos terceiros salários que deverão ser pagos no próximo mês.
 
“Nós já temos mapeados os 13º dos aniversariantes, comissionados e temporários. São R$ 112 milhões a mais no próximo mês”, comentou, sem detalhar sobre tais pagamentos.
 
Servidores contrários à proposta
 
Representante do Fórum Sindical, Oscarlino Alves – presidente do Sindicato dos Servidores da Saúde e Meio Ambiente (Sisma-MT) – criticou o novo escalonamento dos salários. Para ele, a decisão do Executivo gera racha no funcionalismo público.
 
“Somos todos iguais. Todos os servidores têm família. Não pode ficar assim, uma parte recebendo e outra não. Hoje estamos com delegados, oficiais da polícia, membros da Politec e outros profissionais sem receber salário. Isso promove, automaticamente, um racha, uma divisão e uma insatisfação. O que precisamos agora é saber o que vai acontecer”, declarou.
 
Ele mencionou que o escalonamento do funcionalismo público estadual traz prejuízo a diversos setores. Para ele, é incoerente que algumas categorias recebam corretamente, enquanto outras enfrentam dificuldade constante para conseguir receber os salários.
 
“O mercado, a economia do Estado e o comércio precisam do nosso salário. Dezembro é mês especial, em que a gente passa com a nossa família, onde desembargador, juiz, promotor e deputado recebem salário adiantado. No dia 23 eles estão com o salário na conta. Porque essa política dos duodécimos permite sobra de caixa”.
 
“Se não estivesse nessa política e se este Estado não estivesse produzindo safra recorde, contribuindo para o PIB nacional e para a balança comercial, com certeza estariam juízes, promotores e deputados batendo em cima do Governo”, declarou.
 
Alves ainda afirmou que os servidores irão buscar que o governador Pedro Taques garanta, no próximo mês, que todos os servidores receberão seus salários corretamente.
 
“O nosso chefe maior é o governador, então precisamos sentar para ver o que vai acontecer. Queremos uma garantia sobre nosso salário em 10 de dezembro”.
  
“As despesas não cabem, hoje, no que tem no cofre. Não cabe porque tem alguém usufruindo. O Estado está produzindo muito. Nós estamos contribuindo com o PIB. Os Poderes estão com tantas despesas pagas que estão com sobra de caixa. O agronegócio está com incentivos que não foram mexidos. É lógico que uma hora as coisas vão estourar. E está estourando, mas está acertando quem executa as ações”, afirmou.

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