Agência da Notícia

Mato Grosso

Agência da Notícia, Quarta-feira 19 de Setembro de 2018

1 8
:
1 1
:
0 8

Últimas Noticias

Torpedos

Resposta ao Sr Lásaro

Discordo totalmente do que escreveu Sr Lásaro. A Polícia Militar, Conselho Tutelar e TJMT são...

Abandono TJMT/ e CONSELHO TUTELAR, E OUTROS

Vejo não só adolescentes, mais também as crianças abandonadas em PAN e CONFRESA-MT, até mesmo do...

Tráfico de drogas

Em atenção aos comentário feito pelo "Majestoso", viemos por meio deste informar que o NPM Luciara...

Classificados

Sítio

Cidade: Novo São Joaquim

Anunciante: Fernando nunes parreira

Valor: 165.000

CrossFox

Cidade: Vila Rica

Anunciante: Ferreira

Valor: 30.000

Deposito - Centro - 100²

Cidade: Confresa

Anunciante: LEONARDO

Valor: A Combinar

Newsletter

Notícias / Geral

14 Nov 2017 - 17:15

Indea intensifica ações de vigilância contra a doença da “vaca louca” em MT

Doença da ‘Vaca Louca’, é transmitida através da ingestão de alimentos contendo farinhas de carne e ossos.

Agência da Notícia com Só Notícias/Agronotícias

Como forma de prevenir o risco de transmissão da doença da ‘Vaca Louca’, o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) vem realizando diversas ações de fiscalização em estabelecimentos de criação de ruminantes com o objetivo de investigar se há contaminação (acidental ou intencionalmente) de alimentos destinados com produtos de origem animal proibidos.

Como explica a diretora técnica do Indea, Daniella Bueno, a Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) do tipo clássica, popularmente conhecida como doença da ‘Vaca Louca’, é transmitida através da ingestão de alimentos contendo farinhas de carne e ossos provenientes de carcaças infectadas pelo príon (proteína infecciosa). “Por isso, para se evitar a doença, não se deve alimentar ruminantes (bovinos, caprinos, bubalinos e ovinos) com produtos de origem animal”, alerta.

“O fator de risco de maior impacto na ocorrência da doença é o fornecimento de proteínas de origem animal contaminadas com o príon. Desta forma, o controle da alimentação de bovinos é fundamental para prevenção da EEB. Essa medida sanitária contribui para a manutenção da situação sanitária do Brasil de menor risco para EEB, ou seja, de risco insignificante”, pontua a técnica.

A médica veterinária destaca também a importância de não utilizar a cama de aviário e dejetos de suínos como alimentos para ruminantes, pois a ração desses animais recebe proteína de origem animal, e os restos dessas rações juntamente com as partículas não digeridas que saem nas fezes podem veicular o agente da EBB, caso esteja presente.

Desde o ano de 1996 há restrições aos ingredientes contidos nos alimentos dos ruminantes no Brasil. Atualmente a Instrução Normativa nº 8, de 25 de março de 2004, Art. 1º, “proíbe em todo o território nacional a produção, a comercialização e a utilização de produtos destinados à alimentação de ruminantes que contenham em sua composição proteínas e gorduras de origem animal”. A cama de aviários e resíduos da criação também se enquadram nessa proibição.

De janeiro a setembro de 2017, o Indea realizou 2.816 fiscalizações em propriedades rurais por todo o Estado. Em 132 propriedades foram realizados um teste rápido nos alimentos fornecidos a ruminantes suspeitos de conter proteína de origem animal e em uma das propriedades visitadas pela equipe obteve-se resultado positivo na microscopia ótica, teste laboratorial confirmatório.

“Diante do quadro positivo, a orientação é que os ruminantes que tiveram acesso ao alimento detectado proteína de origem animal sigam para abate em estabelecimento sob inspeção oficial, com aproveitamento de carcaça, remoção e destruição de material de risco para doença da ‘Vaca Louca’, ou sacrifício na propriedade sob acompanhamento do serviço veterinário oficial”, explica Daniella.

Inserir comentário

0 comentários

AVISO: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião da Agência da Notícia. É vetada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. O site Agência da Notícia poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema da matéria comentada.
Comentários com mais de 1300 caracteres serão cortados no limite.

Notícias Relacionadas

 
Sitevip Internet