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Notícias / Geral

13 Mar 2018 - 15:19

Médica vai responder por exercício ilegal da profissão

Yana Fois Coelho Alvarenga está presa em Cuiabá suspeita da morte de prefeito

Redação

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Após ter sido denunciada pelos crimes de falsidade ideológica e uso de documento falso - por ter apresentado certificado irregular de conclusão de residência médica na especialidade de pediatria, no Hospital Municipal André Maggi, no Município de Colniza -, a médica Yana Fois Coelho Alvarenga foi denunciada mais uma vez. Agora ela deve responder pelo crime de exercício ilegal da Medicina.
 
A acusada, que também foi denunciada por participação na morte do prefeito Esvandir Antônio Mendes, está presa na Penitenciária Ana Maria do Couto May, em Cuiabá.
 
Esvandir foi assassinado no dia 15 de dezembro do ano passado, quando chegava na cidade em seu veículo. 
 
De acordo com a nova denúncia do MPE, Yana exercia a profissão de médica sem autorização legal.
 
Foi apurado que, entre os anos de 2006 a 2007, ela teria usado documento público falso para obter a transferência do curso de Medicina oferecido pelo InstitutoTocantinense Presidente Antônio Carlos Ltda para a Universidade de Iguaçu (Unig), no Rio de Janeiro.
 
Durante as investigações, o MPE teve acesso a ofícios expedidos pelo Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos Ltda, em julho de 2007, informando à Universidade de Iguaçu (Unig) que os documentos utilizados pela acadêmica para efetivar a transferência foram adulterados grosseiramente.
 
Além de ter sido reprovada em quase todas as disciplinas do curso, consta na denúncia que ela havia desistido da graduação antes de se transferir para o Estado do Rio de Janeiro.
 
Ainda segundo o MPE, em março de 2008, o reitor da Universidade de Iguaçu expediu portaria confirmando a desconstituição de colação de grau de Yana com a consequente invalidação do diploma de médica. O fato foi, inclusive, comunicado ao Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro.
 
“A denunciada se utilizou o diploma invalidado, para o exercício ilegal da medicina, no Hospital Municipal André Maggi, entre os anos de 2015 a 2017, laborando, inclusive, no dia em que o então Prefeito de Colniza, Esvandir Antônio Mendes, veio a óbito”, diz a denúncia.
 
 

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