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Notícias / Geral

16 Mai 2018 - 10:23

Reitoria da UFMT suspende reajuste no Restaurante Universitário

Os estudantes pagam R$ 1, no almoço ou jantar, e o café da manhã, R$ 0,25

Redação

A decisão de suspensão do reajuste no valor do Restaurante Universitário na Universidade Federal de Mato Grosso até dezembro de 2018 foi encaminhada hoje aos estudantes da Instituição como forma de garantir o debate com a comunidade acadêmica.
 
O almoço e o jantar no Restaurante Universitário custam R$ 1, e o café da manhã, R$ 0,25. A proposta era para que o café da manhã, passasse a custar R$ 2,50, e o almoço e jantar R$ 5.  
 
“Nas audiências públicas e nos espaços de discussão internos da Universidade em que abordamos este tema, ouvimos sobre o apelo da não implementação deste formato de reajuste”, disse a reitora Myrian Serra. 
 
No documento enviado pela Reitoria aos Comandos de Greve dos estudantes e Diretório Central dos Estudantes (DCE’s) dos Câmpus de Cuiabá, Várzea Grande, Sinop, Araguaia e Rondonópolis, há o compromisso de construir, por meio do Conselho Universitário (Consuni), uma nova política de alimentação a partir de 2019. Para isso, será necessária a readequação de despesas em 2018 para garantir o funcionamento da Universidade. 
 
A realização de audiências públicas em todos os câmpus da universidade com a presença da reitora foi outra decisão encaminhada aos estudantes. O mecanismo é apontado como forma de estabelecer mediação mais direta com toda a comunidade acadêmica.
 
“Há um cenário de restrição orçamentária imposto às universidades públicas em nosso País. Embora atuemos contra isso no campo político e social, de forma imediata, também precisamos readequar nossas despesas internas. Mas ouvimos da comunidade acadêmica sobre a importância de participar ativamente deste processo”, disse a professora Myrian Serra.
 
Os recursos das universidades públicas destinados a despesas de custeio vêm caindo seguidamente nos últimos anos. O Orçamento de 2017 para custeio, por exemplo, caiu 4,5% em relação ao exercício anterior.
 
Esses contingenciamentos do Governo Federal, principalmente de custeio e de investimentos, têm impactado significativamente na situação financeira das Instituições de Ensino Superior Federais (IFES). Essa situação tem levado a Administração Superior da UFMT a alertar a sociedade mato-grossense sobre as consequências desses cortes orçamentários, que podem vir a comprometer, no futuro, a missão da instituição de produzir ensino, pesquisa e extensão com qualidade.
 
Há uma mobilização das instituições federais de educação superior na tentativa de recuperar o fôlego financeiro para que possam cumprir com seu papel social. Ao mesmo tempo, as instituições têm feito gestão administrativa para ajustar os seus gastos de forma a minimizar os impactos desta realidade orçamentária.  

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  • por Luis gonzaga Domingues, em 16 Mai 2018 às 17:59

    Comprador do triplex é sócio de advogado do PSDB e primo de Alckmin Fernando Gontijo acha que apê da OAS é "um bom investimento" De Kiko Nogueira, no DCM: O leilão do triplex do Guarujá ia acabar num mico até que, a 5 minutos do final, o empresário mineiro Fernando Costa Gontijo fez um lance de 2,2 milhões de reais. Levou. Ao Globo, ele afirmou que, pela sua experiência, há casos em que a chamada “segunda praça” vende o imóvel por um preço maior do que na primeira tentativa por atrair mais interessados. Gontijo alega que a vista para o mar o levou a adquirir a propriedade. “Achei que era um bom investimento”, falou. Ele criou uma empresa especificamente para essa operação, a Guarujá Participação, registrada no dia 29 de março. Conta a reportagem: O pai de Gontijo era primo do magnata da construção civil de Brasília, José Celso Gontijo, dono da construtora JC Gontijo. O novo dono do tríplex também diz ter sido executivo da Via Engenharia até 2001, quando deixou a empresa. Ambas as empresas foram investigadas no escândalo que ficou conhecido como Mensalão do DF, que envolveu o ex-governador José Roberto Arruda. Porém, Gontijo diz que é apolítico. Fernando Costa Gontijo é dono de doze empresas: onze em Brasília e uma em São Paulo. O capital social é de 9,5 milhões de reais. Foi con

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