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Notícias / Geral

12 Fev 2019 - 09:00

Índios cultivam soja sem agrotóxico em 2,2 mil hectares de lavoura em MT

Agricultura em terras indígenas é desenvolvida há 15 anos e mais de 17 mil hectares são destinados ao plantio de grãos na região.

Eduardo Kotaki, TV Centro América

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Os índios das etnias Manoki, Nambiquara e Paresi realizam a colheita de 2,2 mil hectares de soja convencional, em Campo Novo do Parecis, a 397 km de Cuiabá. Eles desenvolvem a agricultura nas terras indígenas há 15 anos e mais de 17 mil hectares são destinados ao plantio de grãos.

De acordo com o presidente da cooperativa indígena, Ronaldo Zokezomaiake, 95% do tratamento dos grãos são feitos sem o uso de agrotóxicos.

“Realizamos o tratamento biológico para tentar erradicar a questão química, pois temos cuidado com as questões ambientais”, pontuou.

A mão de obra é dos próprios índios que trabalham na terra para garantir o sustento da família.

“Fico muito orgulho de nós índios conseguirmos trabalhar dentro da própria terra”, ressaltou o encarregado da área, Jucinei Ozoizaece.

Para o operador de máquina Cleomar Azonazokae, de 23 anos, o trabalho que eles realizam na região é importante, pois não precisam buscar trabalhos fora de suas terras.

“É um prazer enorme de poder trabalhar com as máquinas e mostrar para o nosso povo do que somos capazes”, disse.

A venda
Os grãos colhidos na região são destinados às multinacionais para que seja realizado a exportação do produto.

No entanto, os índios não conseguem fazer a venda direta, pois não possuem o licenciamento ambiental nas áreas de cultivo. Com isso, eles realizaram uma parceria com os fornecedores de insumos, que passaram a ser os responsáveis pela negociação.

Os índios compram os insumos, fornecem o maquinário e a mão de obra e, em troca, recebem o valor total do lucro.

A cada saca de 60 kg, eles recebem R$ 63. Para os produtores, esse valor poderia ser maior se eles tivessem autonomia para explorar as próprias terras.

“É necessário um licenciamento. Estamos tentando resolver junto aos órgãos do governo e logo poderemos ter a origem do nosso produto e comercializar direto com os armazéns”, explicou o presidente.

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