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16 Mai 2019 - 09:55

7 descobertas sobre o universo que estão a milhares de anos da Terra

Fatos desconhecidos

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Há pouco tempo atrás, as pessoas ainda acreditavam que nossa galáxia abrangia todo o universo. Cerca de um século depois, nossa tecnologia já nos permite observar coisas a mais de 13 bilhões de anos-luz de distância, quase no exato momento de sua criação. E isso pode nos ajudar a compreender como chegamos até aqui e como o universo se desenvolveu.

Cientistas e pesquisadores já conseguiram capturar algumas imagens e fizeram algumas descobertas que partem dos limites do espaço como conhecemos. Elas nos mostram o quanto o universo primitivo era um lugar surpreendentemente incrível. Pensando nisso, hoje, listamos algumas dessas descobertas para vocês. Confira!

1 - Uma galáxia do início dos tempos

O Telescópio Hubble conseguiu capturar uma imagem do nascimento do universo, cerca de 400 milhões de anos após o Big Bang. Na imagem, é possível localizar a brilhante galáxia GN-z11, como era há 134 bilhões de anos atrás. Neste ponto, o universo só tinha 3% de sua idade atual e apenas havia se passado algumas centenas de milhões de anos depois da formação das primeiras estrelas. GN-z11, provavelmente, se transformou em uma gigantesca galáxia. Mas, na foto capturada, ela tinha apenas 1% da massa da Via Láctea.

2 - Galáxias colidindo

Galáxias starburst emitem um forte brilho com o nascimento de inúmeras estrelas azuis maciças. Esse tipo de galáxia é uma raridade. Recentemente, astrônomos viram duas delas colidindo em um lugar no universo chamado de "porta do Big Bang". A colisão ocorreu por volta de 12,7 bilhões de anos.

Elas estão localizadas a cerca de 12,8 bilhões de anos-luz de distância e são conhecidas como ADFS-27. Cada um de seus componentes é dez vezes maior do que a Via Láctea. Elas estão separadas por 30 mil anos-luz e estão se aproximando a centenas de quilômetros por segundo.

3 - Os buracos negros mais antigos

Cientistas estavam escaneando o universo em busca de quasares e acabaram encontrando 83 novos buracos negros. Eles são milhões ou bilhões de vezes mais massivos do que o nosso Sol. E eles já existiam quando o universo ainda tinha menos de 10% de sua idade atual, apenas 800 milhões de anos após o Big Bang.

4 - Grandes galáxias empoeiradas

Galáxias gigantescas da era do Big Bang estão saturadas de poeira e detritos e podem emitir uma radiação de um trilhão de sóis. Tal radiação é invisível porque a luz é absorvida por toda aquela poeira e reemitida nos comprimentos de onda submilimétricos. Com material abundante e poucos corpos para devorá-los, pesquisadores identificaram uma estrutura que era muito grande e empoeirada.

Tal galáxia possui enorme massa de gás de 330 bilhões de massas solares. Comparativamente, a Via Láctea tem uma massa de gás de cinco bilhões de massas solares.

5 - Galáxia em rotação

Cientistas descobriram duas galáxias fetais em rotação em partes remotas do espaço. Elas são algumas das galáxias mais antigas e até cinco vezes menores do que a Via Láctea. A imagem registrou como estavam as galáxias a cerca de 800 milhões de anos após o Big Bang. Embora a visão tenha quase 13 bilhões de anos, as variações de cores indicam o movimento do gás e a rotação das galáxias.

6 - Os primeiros buracos negros eram monstruosos

 

 

Uma galáxia muito bem posicionada de 6 bilhões de anos-luz de distância serviu como uma lente de aumento cósmica. Ela redirecionou e amplificou alguns dos fótons mais antigos existentes. Esse fótons foram expelidos pelo quasar J0439+1634, e devido ao "efeito lente", parecem 50 vezes mais brilhantes e iluminam o cosmos com uma luz de cerca de 600 trilhões de sóis. O buraco negro que alimenta esse quasar tem massa de 700 milhões de sóis e data de 12,8 bilhões de anos atrás.

7 - Nuvem de gás fóssil

Elementos e substâncias químicas pesadas parecem estar espalhados por toda parte no espaço. Recentemente, cientistas identificaram uma nuvem de gás fóssil. Essa já é a terceira nuvem de gás relíquia encontrada. Ela permaneceu sem contaminação mesmo 1,5 bilhão de anos após o Big Bang. Ela é extremamente fina, o que indica que ela permanece como era desde seus primeiros dias de existência.


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