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Notícias / Educação

11 Jun 2019 - 13:20

Após duas semanas, quase metade das escolas não aderem à greve

Governo diz que 361 das 767 unidades escolares estão em atividade; movimento teve início em maio

Mídia News

Marcos Vergueiro/Secom-MT

A secretária de Educação Marioneide Kliemaschewsk: 47% das escolas não paralisaram atividades (Crédito: Marcos Vergueiro/Secom-MT)

A secretária de Educação Marioneide Kliemaschewsk: 47% das escolas não paralisaram atividades

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Um levantamento feito pelo Governo do Estado aponta que 47% das escolas de Mato Grosso estão em atividade após duas semanas do início da greve dos profissionais da Educação.
 
Os servidores parados exigem, entre outras coisas, o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) e o cumprimento da lei da dobra salarial (aprovada em 2013), que dá direito a 7,69% a mais na remuneração, anualmente, durante 10 anos. 
 
Ao todo, 326 unidades estão com as atividades normais. Já 35 escolas estão parcialmente funcionando. O Estado possui 767 unidades.
 
Ainda segundo os dados, 406 escolas aderiram ao movimento paredista. O número representa 52,94% das escolas de Mato Grosso.
 
Se comparado com a primeira semana da paralisação, aumentou o número de unidades que estão parcialmente em greve, passando de 15 para 35. Do mesmo jeito, houve aumento no número das que aderiram ao movimento. Segundo a comparação, passou de 322 para 406.
 
A mudança se deve ao fato de que, das 767 escolas, 61 ainda estavam realizando assembleias para deliberarem sobre o movimento grevista naquela semana. Agora, todas as instituições já deliberaram sobre o assunto.
 
Para o Executivo, os números são favoráveis. Isso porque, segundo o Governo, cidades como Tangará da Serra (a 239 quilômetros a médio-norte), que conta com 20 escolas, e Sorriso (a 420 quilômetros ao norte), com oito unidades escolares, estão com apenas uma unidade parada em cada município. 
 
Ofício e continuidade
 
Na semana passada, o governador Mauro Mendes (DEM) encaminhou um ofício ao Sindicato dos Profissionais da Educação (Sintep-MT) dizendo estar impedido legalmente de conceder aumento salarial aos servidores.
 
Segundo o documento, mesmo em um cenário otimista de crescimento da receita, o Executivo irá estourar os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) até 2023, caso conceda os reajustes salariais requeridos.
 
Na segunda-feira (11), os profissionais de Mato Grosso votaram por manter, por tempo indeterminado, a greve iniciada no dia 27 de maio. A decisão foi tomada em uma assembleia geral.
 
O presidente do Sintep, Valdeir Pereira, afirmou que o Governo não apresentou propostas com base nas reivindicações feitas pela categoria.
 
“Esse documento aborda uma série de questões, mas não responde à nossa pauta de reivindicações. Esse documento não apresenta elementos suficientes para que possamos discutir, nessa assembleia geral, a suspensão da greve, com base nos pontos que foram apresentados para o Governo”, disse.
 

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