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3 Jul 2019 - 14:45

Jon Jones minimiza poder de nocaute de Marreta, mas exalta história do rival: "Me tornei fã"

Campeão do peso-meio-pesado diz ter estudado a vida do brasileiro e que passou a respeitá-lo mais por isso: "É um homem de verdade"

Globo Esporte

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Quando Jon Jones pisar no octógono no próximo sábado, na luta principal do UFC 239, ele sabe exatamente que tipo de pessoa irá enfrentar do outro lado. O campeão dos pesos-meio-pesados (até 93kg) estudou não apenas as habilidades de Thiago Marreta, mas também sua história de vida. E, após ler sobre tudo que o brasileiro já enfrentou dentro e fora do cage, ele revelou ter se tornado fã do seu próximo desafiante ao título.

- Comecei a prestar atenção no Thiago um pouco antes da nossa coletiva de imprensa. A gente teve uma coletiva em que eu estava doente e não compareci, e naquela época comecei a estudá-lo, a ler sobre o seu passado e sobre quem ele era. Me tornei um fã dele. Por que? Eu o respeito. Sei que ele tem um trabalho social no Brasil, que ele vem fazendo artes marciais a vida toda, que ele já serviu o exército brasileiro. Sei que ele veio da favela, e eu realmente respeito o fato de ele estar ajudando a sua comunidade. Acho que é um cara confiável. Ele é pai solteiro? Eu respeito isso também sobre ele. Ele é um homem de verdade, com todo o sentido da palavra - contou, em entrevista ao Combate.com.

Se a história de Marreta fora da luta impressionou Jones, o mesmo não pode ser dito sobre o jogo do brasileiro. Para o campeão, o poder de nocaute do rival, que é o segundo com mais vitórias desta forma na história do Ultimate, com 11 - um a menos que Vitor Belfort, que lidera a lista -, não o impressiona. Para explicar, ele aponta que bateu, inclusive, o próprio Fenômeno, entre outros grandes nomes.

- Como eu vejo o jogo do Thiago? Acho que ele tem um poder de nocaute muito bom, mas como eu disse, todo mundo tem isso. Ele sempre vem pra luta de forma bem agressiva, mas eu também sei que ele vem ganhando muita massa muscular e estou empolgado com isso. Luta não é um esporte de resistência. Eu ganhei muita massa quando enfrentei o Ovince St-Preux e me cansei muito rápido. Thiago ganhou muito músculo para me enfrentar, e eu estou mais magro para essa luta. Acho que o biotipo dele, a explosão e a agressividade vão acabar funcionando contra ele mesmo. Muitas pessoas têm condições de nocautear alguém, mas você precisa ter a habilidade de acertar o golpe. Eu enfrentei o Vitor Belfort quando ele era todo musculoso, muita gente acha que ele estava usando TRT quando eu o enfrentei, e ainda assim o venci. Não tenho nenhuma razão para achar que essa luta de agora vai acabar de uma forma diferente. Quinton Rampage Jackson tinha poder de nocaute, Rashad Evans e Lyoto Machida também. Alexander Gustafsson nocauteava muita gente. Eu só tenho que saber que não foi coincidência ter vencido todos eles, e acreditar que vou continuar fazendo o que sempre fiz desde que era criança.

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