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Notícias / Política

27 Jul 2019 - 09:40

Servidores protestam e AL decide fazer sessão a portas fechadas

Grupo, em sua maioria professores, quer forçar Executivo a negociar o fim da greve na Educação

Mídia News

Alair Ribeiro/MidiaNews

Manifestantes ocupavam galerias da Assembleia para acompanhar votação de projeto (Crédito: Alair Ribeiro/MidiaNews)

Manifestantes ocupavam galerias da Assembleia para acompanhar votação de projeto

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Após intensas manifestações de servidores públicos nas galerias da Assembleia Legislativa, o presidente da Casa, Eduardo  Botelho (DEM), transferiu a sessão extraordinária realizada na noite desta sexta-feira (26) para o Colégio de Líderes. Em pauta, a votação do projeto que visa a reinstituição dos incentivos fiscais e altera a cobrança de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços) de setores da economia.


Os manifestantes - maior parte deles profissionais da Educação - estão há alguns dias acampados no local tentando impedir a votação do texto, a fim de forçar o Executivo a atender pleitos da categoria, em greve há dois meses.    


Já no início da sessão, o presidente comunicou a existência de um requerimento com 18 assinaturas dos parlamentares para que a sessão fosse realizada no Colégio de Líderes, em razão das manifestações.


Segundo Botelho, havia a necessidade de que os deputados se sentissem seguros para dar continuidade à sessão em plenário.

 

 
Os deputados Lúdio Cabral (PT) e João Batista (PROS) chegaram a pedir que os servidores se acalmassem, de modo que a sessão continuasse no local.


"A oposição quer que a sessão seja aqui, onde todos possam assistir. Mas precisamos da colaboração de todos", pediu João Batista.

 Gritos e vaias


Em dado momento, quando os deputados já analisavam as emendas apresentadas ao texto original do Governo, as manifestações dos servidores se intensificaram.


Eles gritavam palavras de ordem como "Eu não sou otário, não vou pagar o lucro do empresário" e vaiavam alguns parlamentares.


Diante dos protestos, Botelho comunicou a transferência da sessão.


"Devido a impossibilidade de a sessão continuar aqui, vou transferir para o Colégio de Líderes", comunicou o presidente, visielmente irritado.


Após o anúncio, os servidores ainda aumentaram os gritos: "Ratos de porão", diziam eles das galerias da Casa.


No local também estavam membros da tropa de choque da Polícia Militar, para controlar os ânimos dos manifestantes.

Mesmo com a  transferência, a sessão continua sendo transmitida pela Casa. Até as 22h30, o projeto ainda estava sendo discutido pelos parlamentares. A previsão é de que a análise das emendas siga madrugada a dentro.


Também há sessões convocadas para o sábado (26) e domingo (27).

 

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