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19 Ago 2019 - 14:11

PJC: “Pirotecnia em hipótese alguma; cumprimos nosso papel”

Operação Fake Delivery cumpriu mandado de busca e apreensão na casa de Rosa Neide

Mídia News

Alair Ribeiro/Mídia News

 (Crédito: Alair Ribeiro/Mídia News)

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O diretor de Atividades Especiais da Polícia Civil, delegado Fernando Vasco Pigozzi, rebateu a deputada federal Rosa Neide (PT), segundo a qual houve “pirotecnia” na Operação Fake Delivery, que cumpriu mandado de busca e apreensão na sua residência na manhã desta segunda-feira (19).
 
A ação apura um suposto desvio de R$ 1,1 milhão na aquisição de produtos para escolas indígenas de Mato Grosso, na época em que Rosa Neide comandava a Pasta, no Governo Silval Barbosa.
 
“Pirotecnia em hipótese alguma. Posso dizer que nós estivemos lá em três veículos descaracterizados. Se nós quiséssemos fazer pirotecnia, a postura seria totalmente contraria à que realmente foi executada”, disse Vasco.
 
 
Pirotecnia em hipótese alguma. Posso dizer que nós estivemos lá em três veículos descaracterizados. Se nós quiséssemos fazer pirotecnia, a postura seria totalmente contraria
“Fizemos uma operação totalmente discreta, com veículos descaracterizados. Cumprimos nosso papel”, completou.
 
Conforme o delegado Luiz Henrique Damasceno, na casa da deputada foram apreendidos diversos documentos que serão analisados “cautelosamente”.
 
“A Rosa Neide foi apontanda por uma das testemunhas como sendo a pessoa que determinou a aquisição dos materiais. Mas ainda é cedo dizer que ela tem envolvimento, que fique bem claro. Nós vamos analisar [os documentos] com muito critério, muita cautela para tomar atitudes que realmente sejam embasadas", afirmou Damasceno.
 
Ele lembrou que durante o período da investigação, a deputado foi intimada a depor, mas apresentou contradições no depoimento. 
 
"Ela se contradisse no sentindo de que afirmou que esse material todo estaria estocado em um departamento da Seduc, mas não estava", afirmou. 
 
Além da casa da parlamentar, a Polícia Civil cumpriu um mandado de prisão preventiva contra o ex-secretário adjunto de Administração Sistêmica, Francisvaldo Pereira de Assunção. 
 
Ele foi preso com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Posto Gil, em Diamantino. 
 
Segundo a Polícia Civil, elementos iniciais da análise dos processos apontam que parte dos materiais escolares foram entregues no setor de patrimônio da Seduc, correspondente ao valor de R$ 884.956,48 (direcionados à comunidades indígenas, campo e quilombola) e que o montante de R$ 1.134.836,76 em material foi “supostamente” entregue diretamente na sede da Seduc a Francisvaldo, sem que restasse evidenciado o destino desse volume expressivo de mercadoria.
  
O recebimento das mercadorias diretamente por Francisvaldo sem a identificação de entrega no setor de patrimônio foi ratificado por provas testemunhais e documentais, segundo a Polícia Civil.

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