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30 Ago 2019 - 15:40

Emanuel diz que não abre mão de receber R$ 140 mi do Governo

Prefeito cobra que Mauro Mendes quite dívida quem vem desde a administração tucana

Mídia News

Alair Ribeiro/MidiaNews

 (Crédito: Alair Ribeiro/MidiaNews)

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O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) afirmou que não abrirá mão de receber do Governo do Estado pouco mais de R$ 140 milhões em repasses atrasados da Saúde. O montante seria referente à gestão Pedro Taques.

 

Em conversa com a imprensa nesta sexta-feira (30), o emedebista disse que a Prefeitura fez contrato com o Executivo, não com o chefe do Poder. E ressaltou não precisar ser amigo do governador Mauro Mendes (DEM) para receber os recursos.

 

Segundo ele, R$ 60 milhões seriam de repasses atrasados da Saúde. Outros R$ 80 milhões seriam referentes a uma emenda parlamentar que seria, inicialmente, usada para equipar o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), mas que Taques decidiu usar o recurso para outros fins.

 

“O governador Mauro Mendes está honrando do período dele para cá, de 1º de janeiro para cá. Mas Cuiabá não contratualizou com o CPF do ex-governador Pedro Taques. Foi com o Governo do Estado. Então, o Governo deve à Prefeitura e isso será cobrado, porque pertencem a Cuiabá, à Saúde Pública da Capital”, disse.

 “Eu não preciso ser amiguinho do governador, amigo do governador, ou conviver com o governador, para ele poder honrar seus compromissos com Cuiabá. Eu só quero que ele cumpra com Cuiabá. Ele foi prefeito de Cuiabá, conhece a necessidade do Município e só quero que ele cumpra. O que for de direito, eu não abro mão e vou cobrar”, acrescentou.

 

Segundo Emanuel, o HMC somente está sendo equipado por conta de outra emenda, que chegou à Capital por meio de esforços do ex-ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP).

 

Ele disse não estar brigado com Mendes e que espera que o democrata entenda a urgência da Capital.

 

“Eu preciso disso. São R$ 142 milhões. R$ 60 milhões em débitos, que Cuiabá tem direito e que estou tirando da Fonte 100 para custear a Saúde. E os  R$ 82 milhões da emenda parlamentar para equipar o HMC”, explicou.

 

“Estou esperando o governador resolver os problemas do Estado. O FEX [Auxílio Financeiro de Fomento às Exportações] parece que está vindo, o empréstimo [para pagar uma dívida] saiu. Torço para que tudo dê certo. Mas ele precisa resolver esse passivo com a Capital, que não é dele, é do Estado. E eu não vou abrir mão de nenhum centavo deste recurso, porque ele pertence a Cuiabá, pertence à população cuiabana”, completou.

 

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