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31 Out 2019 - 14:19

'Querem jogar na lama o nome do Bolsonaro', critica deputado

Presidente teve nome citado na investigação sobre a morte da vereadora carioca Marielle Franco

Mídia News

Mídia News

 (Crédito: Mídia News)

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O deputado estadual Claudinei Lopes (PSL) afirmou que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) está sendo alvo de “manipulação” da mídia e tentativa de "desmoralização de sua imagem".

A declaração, feita na sessão desta quarta-feira (30), ocorreu após o Jornal Nacional, da TV Globo revelar que Bolsonaro foi citado nas investigações do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.

Segundo a reportagem, o porteiro do condomínio de Bolsonaro contou à polícia que, horas antes do assassinato, em 14 de março de 2018, um dos suspeitos do crime, Élcio de Queiroz, entrou no local e disse que iria para a casa do então deputado Jair Bolsonaro. Os registros de presença da Câmara dos Deputados, entretanto, mostram que ele estava em Brasília no dia.

Na tarde desta quarta, o Ministério Público do Rio de Janeiro afirmou que o porteiro mentiu ao citar Bolsonaro.

Para Claudinei, há uma tentativa de atrapalhar a gestão do pesselista.

Por que não cobram investigação sobre quem mandou o matar presidente com aquela facada? É mais fácil atacar o presidente e associar ele à morte da vereadora. Querem jogar na lama o nome do nosso presidente
"Forças ocultas que estão querendo manchar a imagem do Bolsonaro, que está na Arábia Saudita buscando investimentos para tirar o País da crise que se instalou nos últimos 16 anos, por conta de governos corruptos", afirmou o parlamentar.

“Por que não cobram investigação sobre quem mandou o matar presidente com aquela facada? É mais fácil atacar o presidente e associar ele à morte da vereadora. Querem jogar na lama o nome do nosso presidente”, disse.

No discurso, Claudinei disse acreditar não haver envolvimento de Bolsonaro com o caso Marielle e que manterá o apoio ao presidente.

“Mas te garanto meu apoio, presidente. Vamos lutar contra essa baixaria, essa manipulação, querendo jogar a população contra o presidente”, completou. 


Reportagem do JN

O Jornal Nacional teve acesso ao depoimento que o porteiro do condomínio de Bolsonaro deu a Polícia Civil do Rio de Janeiro.

Ele afirmou à Polícia que, horas antes do assassinato, em 14 de março de 2018, um suspeito do crime, Élcio de Queiroz, entrou no condomínio e disse que iria para a casa do então deputado Jair Bolsonaro. 

No entanto, os registros de presença da Câmara dos Deputados mostram que Bolsonaro estava em Brasília no dia.

Em resposta à reportagem, o presidente fez um vídeo em suas redes sociais, e se isentou da responsabilidade do crime e fez duras críticas à Rede Globo.

"Estou à disposição para falar nesse processo, conversar com esse delegado sobre esse assunto, pra começar a colocar em pratos limpos o que está acontecendo no meu nome. Por que estão querendo me destruir?”, indagou o presidente.

Na transmissão, Bolsonaro credita o vazamento do depoimento do porteiro ao governador Wilson Witzel (PSC). "Ele já se lança candidato a presidente para 2022. Para atingir seu objetivo, ele tem que destruir a família Bolsonaro", disse.

 

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