Agência da Notícia

14 anos no MT

Agência da Notícia, Quarta-feira 20 de Novembro de 2019

1 6
:
1 4
:
5 5

Últimas Noticias

publicidade

Notícias / Política

9 Nov 2019 - 08:48

“Brasil está maduro e soltura de Lula não irá tumultuar o País” diz Gilmar Mendes

Ministro do STF minimizou alvoroço após decisão do STF e criticou radicalismo político

Mídia News

Reprodução

 (Crédito: Reprodução)

Publicidade

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, minimizou os riscos de que a soltura do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT) possa causar algum tipo de “convulsão” no País.
 
A soltura do petista ocorreu na tarde desta sexta-feira (8), um dia após o STF ter decidido, por 6 votos a 5, que um condenado só pode ser preso após o trânsito em julgado dos processos, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso. A medida alterou a jurisprudência que, desde 2016, tem permitido a prisão logo após a condenação em segunda instância.
 
“Tenho a impressão que, embora a gente não acredite, o Brasil é uma democracia que mostra bastante maturidade. Se falava que haveria muito tumulto lá atrás com a prisão de Lula e isso não ocorreu”, disse Mendes.
 
“Agora também se falava que haveria tumultos em torno da própria decisão do STF. E, salvo um ou outro manifestante, as coisas aconteceram na normalidade. [A soltura] é novidade hoje, amanhã ele estará em casa e a vida segue normalmente. A política é feita de diálogo e eu vejo isso com absoluta normalidade”, acrescentou o ministro.
 
[A soltura] é novidade hoje, amanhã ele estará em casa e a vida segue normalmente. A política é feita de diálogo e eu vejo isso com absoluta normalidade
As declarações do ministro foram dadas durante visita ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), que será inaugurado no próximo dia 18.
 
Gilmar Mendes estava acompanhado do prefeito da Capital, Emanuel Pinheiro (MDB), e de seu filho, o deputado federal Emanuel Pinheiro Neto, o Emanuelzinho (PTB).
 
Em conversa com a imprensa, o ministro também condenou o radicalismo político entre a esquerda e a direita no País.
 
Segundo ele, não há outro caminho à democracia representativa que não seja por meio da política e seus representantes.
 
“Acho que é importante restabelecer esse diálogo. A adversariedade é normal do processo, mas a inimizade não. Ninguém tem que querer matar seu adversário ou eliminá-lo politicamente, tampouco usar a Justiça para isso", ponderou.
 
"São adversários, apenas. E em processo sucessório, é isso mesmo. É um passo importante essa decisão”, reforçou o ministro.
 
 

Inserir comentário

0 comentários

AVISO: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião da Agência da Notícia. É vetada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. O site Agência da Notícia poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema da matéria comentada.
Comentários com mais de 1300 caracteres serão cortados no limite.

Notícias Relacionadas

 
Sitevip Internet