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Notícias / Palmas

25 Nov 2018 - 11:18

Produtores iniciam nova safra de algodão na Bahia

Fim do vazio sanitário marca oficialmente o início da safra 2018/2019 de algodão, com previsão de 25% de crescimento

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Com o fim do período do vazio sanitário, encerrado nesta quarta-feira (21), tem início a nova safra de algodão do oeste da Bahia. Os produtores já podem começar o plantio, depois do fim da restrição de 60 dias, que visa a eliminação de plantas vivas do campo. A medida, estabelecida por meio da portaria Nº 253/2018, pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), é uma das mais eficientes estratégias para a prevenção e combate às principais pragas na lavoura do algodão, principalmente o bicudo do algodoeiro (Anthonomus grandis).


Para a safra 2018/2019, a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) prevê o crescimento de 25,8% na área plantada de algodão, com a previsão total de 331,9 mil hectares, sendo 319,6 mil no oeste, e 12,3 mil no sudoeste baiano. Na safra passada, a Bahia produziu um total de 1,270 milhão de toneladas de algodão (caroço e pluma) em uma área de 263.692 mil hectares. A Bahia é o segundo maior produtor da fibra no Brasil, atrás apenas do Mato Grosso.

Para o presidente da Abapa, Júlio Cézar Busato, o momento é de otimismo para quem decidiu investir no aumento da área de algodão. “Estamos vindo com uma produtividade média de 322,6 arrobas/hectare na Bahia, chegando a 330,3 arrobas/hectare no oeste do estado. Com a retomada da regularidade das chuvas e dos preços, com o maior interesse e valorização da fibra natural no mercado nacional e internacional, o que pode trazer preços mais vantajosos para os agricultores”, afirma.

Busato também cita como fundamental o trabalho desenvolvido pelo programa fitossanitário da Abapa, que vem trabalhando na orientação dos produtores para o manejo adequado na prevenção e combate ao bicudo do algodoeiro. A expectativa da Abapa é que, neste ritmo de crescimento de área e produtividade, seja retomada a capacidade já instalada no oeste da Bahia de 400 mil hectares, levando os agricultores a investirem na cadeia produtiva, gerando mais renda, emprego e desenvolvimento socioeconômico para o Oeste da Bahia.

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