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Agência da Notícia, Terça-feira 20 de Outubro de 2020

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15 Out 2020 - 15:31 | Atualizado em 19 Out 2020 - 08:52

Quais tendências econômicas para 2021

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 (Crédito: pixabay)
A pandemia do Coronavírus frustrou muitos planos e fez vários negócios mudarem de rumo. Apesar dos problemas, alguns conceitos continuarão relevantes quando o assunto é gerenciar um empreendimento. Ter um site, uma hospedagem de site e comprar domínio são alguns deles.

Nesse período conturbado e de vários desafios para a gestão de negócios, o fato é que a transformação digital será a salvação para muitas empresas se adaptarem ao momento. E isso vale tanto para as pequenas quanto para as grandes.

Inclusive, muitas das tendências econômicas para o ano que vem irão levar em conta as ferramentas digitais, facilitando não apenas o acesso aos clientes, mas também outros aspectos da gestão.

Para saber mais sobre essas tendências, esse texto traz tópicos fundamentais sobre o assunto. Confira! 

As tendências econômicas para 2021

As tendências são valiosas para a economia. Elas funcionam como uma bússola, um mapa que é capaz de guiar os gestores na hora de conduzir os seus respectivos negócios. Conhecer as tendências, sempre é bom lembrar, não significa um exercício de “achismo”.

Nem mesmo é algo destinado a poucos iluminados, abençoados pela capacidade de ler uma bola de cristal e prever o futuro. Conhecer as tendências implica compreender e analisar o cenário ao redor, extraindo dele várias possibilidades.

Avaliando o contexto digital em que o nosso dia a dia está inserido, a tendência é que a economia vai estar bastante relacionada com a transformação digital dos negócios. 

Por essa razão, ficar atento para as tendências da economia é fundamental, pois ela aponta não um ponto definido para os dias que virão, mas sim, um rumo provável da tecnologia e do comportamento de consumo dos clientes.

Além do mais, é sempre bom ter em mente de que não se trata de uma previsão definitiva, mas sim, de insights que possuem o objetivo de preparar os negócios para aquilo que o futuro poderá reservar.

Ainda mais se levarmos em conta o quanto a digitalização se torna importante para as empresas superarem os transtornos ocasionados pela pandemia. Diante de tudo isso, conheça as principais tendências da economia para o ano que vem:



O aumento do e-commerce

De acordo com pesquisas, as compras e as vendas realizadas via internet tiveram um crescimento no meio do ano de 2020. Tal aumento foi ocasionado pelo fechamento das lojas online com o objetivo de conter o avanço do Coronavírus. 

Diante do prolongamento dos protocolos de prevenção e das facilidades que o e-commerce proporciona para comerciantes e clientes, a tendência é que as compras online aumentem ainda mais em 2021.

Por essa razão, é importante que as empresas dos mais variados segmentos do comércio viabilizem medidas para o comércio eletrônico, facilitando cada vez mais para os clientes a venda de produtos e serviços.

Além do mais, até para quem pretende ingressar no mercado de trabalho pode pensar na criação e no gerenciamento do próprio e-commerce. Recursos para isso não faltam. 

Adquirir uma boa plataforma, como a Shopify e um bom serviço de hospedagem de site são importantes para ajudar nessa empreitada, assim como comprar um domínio.

A popularização do Home Office

O trabalho remoto já era uma prática adotada por várias empresas mesmo antes da pandemia. As razões para isso são simples: o Home Office, ainda que não seja adotado por todos os colaboradores, é bastante prático, pois permite que as empresas economizem com transporte e alimentação para os colaboradores.

Além do mais, diante de recursos digitais, como, por exemplo, o Google Drive, o Skype e o Asana, é possível manter e até melhorar o nível da produtividade, pois essas tecnologias permitem compartilhar e armazenar vários tipos de arquivos entre a equipe de trabalho.

O Trabalho à Distância continuará em alta, tanto que alguns gigantes do porte do Google e da Coca-Cola, por exemplo, irão prolongá-lo por mais tempo.

A ascensão das novas profissões

O atual cenário, marcado pelo Home Office, pelos efeitos da pandemia e pela importância cada vez maior da transformação digital, resulta em algo que merece a atenção dos profissionais de várias áreas: o surgimento das chamadas profissões do futuro. 

Hoje em dia, quem almeja ingressar no mercado de trabalho, ou até mesmo se recolocar nesse trabalho, deve conhecer as oportunidades que as novas áreas profissionais proporcionam.

Diante da necessidade de se adaptar ao contexto digitalizado, várias empresas estão de portas abertas para Gestores de E-commerce, Desenvolvedores de Inteligência Artificial e outras funções que há poucos anos ninguém mencionava. 

Um exemplo disso é o Analista de Big Data. Devido ao enorme volume de dados que circulam cotidianamente na internet, os chamados Big Data, as empresas necessitam de profissionais com o conhecimento necessário para efetuar a leitura e a análise desses dados.

Diante do cruzamento e da análise desses dados se torna mais fácil elaborar estratégias de Marketing cada vez mais positivas e eficientes.

A economia colaborativa conquista mais espaço

A economia colaborativa consiste em compartilhar bens e serviços ao invés da pura e simples compra de um novo. Por causa dessa característica baseada na divisão, ela também é conhecida como economia de compartilhamento.

Sendo assim, onde houver o aluguel, a troca, o empréstimo ou até a doação de bens e serviços, então podemos detectar aí a ação da economia colaborativa.

Hoje em dia este é um conceito bastante praticado por pessoas do mundo inteiro, sendo visto até mesmo não apenas como uma simples tendência econômica, mas sim como um modo de vida.

O fato é que cada vez mais o planeta enxerga as vantagens de compartilhar bens de consumo ao invés de investir em um novo somente para usar uma vez ou outra. 

Isso é vantajoso, inclusive, para promover uma mentalidade de comportamento baseada no consumo sustentável.

Portanto, hoje em dia, várias pessoas adotam ações sustentáveis por meio da economia compartilhada, isso a torna uma medida bastante importante para o futuro. 

Além do mais, ela funciona como uma alternativa para quem quer dar início a um empreendimento. Alguns exemplos práticos de economia compartilhada no nosso cotidiano são o Airbnb, no ramo do turismo e da hotelaria.

Mas ainda há outros segmentos que podem se beneficiar da economia compartilhada. Um exemplo é o Car Sharing, voltado para o segmento de transporte urbano.


A hora dos produtos artesanais

Com as pessoas optando por bens cada vez mais personalizados, que são “a cara delas”, a produção e a venda de produtos artesanais, muitas vezes feitos por materiais ecologicamente sustentáveis, aparece como uma tendência viável para 2021. 

Nessa brincadeira de “faça você mesmo” e investir em produtos artesanais, alguns bens que podem surgir são cerveja, sabonetes, peças de vestuário e móveis. 

Além do mais, diante de dicas e tutoriais cada vez mais comuns na internet, o investimento em produtos artesanais tem tudo para crescer.

2021 será o ano da recuperação econômica 

O mercado é dinâmico e digital, e é normal que a economia tenha tendências para iniciativas e profissões influenciadas pela internet.

Por isso, as tendências econômicas são diversas e muita novidade vem por aí. Além disso, a pandemia promoveu um golpe que abalou as estruturas de muitos negócios. 

É por isso que tendências voltadas para a economia compartilhada irão ajudar muitos gestores a encontrarem um novo rumo, enquanto as profissões do futuro abrirão as portas para quem quer entrar no mercado de trabalho.

Portanto, ter um site e comprar um domínio continuarão sendo importantes, ainda mais em um cenário onde os negócios cada vez mais serão digitais.

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