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Sábado, 13 de junho de 2026
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''Não mando no PDT nem no partido dos outros'', afirma Taques ao ''liberar'' Pagot a lançar candidatura

O calcanhar de aquiles em questão se deve ao interesse do PTB de indicar a ex-senadora Serys Slhessarenko para disputar o Senado

 A criação de uma “terceira via” para disputar o governo do Estado comandada pelo ex-diretor do Dnit Luiz Antônio Pagot parece não incomodar o senador Pedro Taques (PDT) nem tirar sua confiança em relação à formação de uma unidade partidária capaz de derrotar o grupo de Silval Barbosa, Blairo Maggi e Dilma Rousseff nas eleições de outubro.

Pré-candidato da oposição ao Paiaguás, Taques disse ao Olhar Direto que não cederá às pressões dos demais partidos para decidir rapidamente sobre nomes que irão compor as chapas majoritária e proporcionais em outubro.

“Se eu não mando nem no meu partido, imagina se vou mandar no partido dos outros. O PTB pode lançar o seu candidato. Se o Pagot quiser ser candidato, ele pode. Eu sou favorável que cada partido lance o seu próprio candidato”, afirmou o senador.

Segundo ele, lançar nomes que disputarão as eleições não é prioridade neste momento.

“Eu sempre disse e repito. Não estamos falando em nomes. Nossa prioridade é discutirmos um projeto de desenvolvimento para Mato Grosso”, reafirmou.

O calcanhar de aquiles em questão se deve ao interesse do PTB de indicar a ex-senadora Serys Slhessarenko para disputar o Senado. Serys começou a articular sua candidatura pelo bloco oposicionista no final do ano passado, assim que migrou para o PTB de Chico Galindo.

Porém, Pedro Taques tem como principal pré-candidato o senador Jaime Campos (DEM), que disputa a reeleição e já deixou claro que, em caso de indefinição na oposição, poderá se integrar à terceira via.A criação de uma “terceira via” para disputar o governo do Estado comandada pelo ex-diretor do Dnit Luiz Antônio Pagot parece não incomodar o senador Pedro Taques (PDT) nem tirar sua confiança em relação à formação de uma unidade partidária capaz de derrotar o grupo de Silval Barbosa, Blairo Maggi e Dilma Rousseff nas eleições de outubro.

Pré-candidato da oposição ao Paiaguás, Taques disse ao Olhar Direto que não cederá às pressões dos demais partidos para decidir rapidamente sobre nomes que irão compor as chapas majoritária e proporcionais em outubro.

“Se eu não mando nem no meu partido, imagina se vou mandar no partido dos outros. O PTB pode lançar o seu candidato. Se o Pagot quiser ser candidato, ele pode. Eu sou favorável que cada partido lance o seu próprio candidato”, afirmou o senador.

Segundo ele, lançar nomes que disputarão as eleições não é prioridade neste momento.

“Eu sempre disse e repito. Não estamos falando em nomes. Nossa prioridade é discutirmos um projeto de desenvolvimento para Mato Grosso”, reafirmou.

O calcanhar de aquiles em questão se deve ao interesse do PTB de indicar a ex-senadora Serys Slhessarenko para disputar o Senado. Serys começou a articular sua candidatura pelo bloco oposicionista no final do ano passado, assim que migrou para o PTB de Chico Galindo.

Porém, Pedro Taques tem como principal pré-candidato o senador Jaime Campos (DEM), que disputa a reeleição e já deixou claro que, em caso de indefinição na oposição, poderá se integrar à terceira via.
A criação de uma “terceira via” para disputar o governo do Estado comandada pelo ex-diretor do Dnit Luiz Antônio Pagot parece não incomodar o senador Pedro Taques (PDT) nem tirar sua confiança em relação à formação de uma unidade partidária capaz de derrotar o grupo de Silval Barbosa, Blairo Maggi e Dilma Rousseff nas eleições de outubro.

Pré-candidato da oposição ao Paiaguás, Taques disse ao Olhar Direto que não cederá às pressões dos demais partidos para decidir rapidamente sobre nomes que irão compor as chapas majoritária e proporcionais em outubro.

“Se eu não mando nem no meu partido, imagina se vou mandar no partido dos outros. O PTB pode lançar o seu candidato. Se o Pagot quiser ser candidato, ele pode. Eu sou favorável que cada partido lance o seu próprio candidato”, afirmou o senador.

Segundo ele, lançar nomes que disputarão as eleições não é prioridade neste momento.

“Eu sempre disse e repito. Não estamos falando em nomes. Nossa prioridade é discutirmos um projeto de desenvolvimento para Mato Grosso”, reafirmou.

O calcanhar de aquiles em questão se deve ao interesse do PTB de indicar a ex-senadora Serys Slhessarenko para disputar o Senado. Serys começou a articular sua candidatura pelo bloco oposicionista no final do ano passado, assim que migrou para o PTB de Chico Galindo.

Porém, Pedro Taques tem como principal pré-candidato o senador Jaime Campos (DEM), que disputa a reeleição e já deixou claro que, em caso de indefinição na oposição, poderá se integrar à terceira via.
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