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7 Jan 2021 - 10:50

Líder de EP nega acordo na eleição da Mesa: "tentei até último dia"

Segundo Marcrean, 18 parlamentares decidiram que estariam unidos na eleição da Mesa e Juca soube articular melhor

ALEXANDRA LOPES

Reprodução:

 (Crédito: Reprodução:)
O vereador Marcrean Santos (PP), voltou a dizer que a escolha do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) em nomeá-lo como líder na Câmara Municipal não foi uma moeda de troca. O progressista articulava a presidência da Mesa Diretora do Legislativo, mas recuou porque Juca do Guaraná (MDB) já havia cooptado número significativo de apoio. 

“Não houve acordo. Eu fiquei na disputa até a quinta-feira antes da eleição. Então, como eu falei em várias em entrevistas que os 18 vereadores, que estavam compondo a base, quatro reeleitos da base tinham a pretensão de disputar a Mesa, mas o grupo estava unido e coeso para no final afunilar em um. Como não foi possível ter o maior número de votos, eu recuei um dia antes e informei o Juca. E o prefeito anunciou a liderança, sem a acordo”, disse o progressista na tarde desta quarta-feira (06), durante entrevista ao Jornal do Meio Dia (TV Vila Real), nesta quarta-feira (06). Marcrean foi anunciado pelo prefeito durante as solenidades de posse na última sexta-feira (1°). Ao explicar a escolha, Emanuel disse que o progressista é seu amigo de longa data e destacou a experiência política no Legislativo. 

A chapa encabeçada por Juca venceu à eleição para Mesa Diretora da Câmara Municipal contra o grupo liderando por Diego Guimarães (Cidadania). 

A nova diretoria do Legislativo cuiabano é composta por Juca na presidência, Renivaldo Nascimento (PSDB) na vice-presidência, Luiz Fernando (Republicanos) na 2ª vice-presidência, Paulo Henrique (PV) na 1ª secretaria e Cézar Nascimento (PSL) na 2ª secretaria. Todos os membros da mesa são da base do prefeito.  

CPI

Questionado se parlamentares da oposição vão ter, a partir dos próximos dias, dificuldades para solicitarem criação de Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs), Marcrean acredita que não. “A Procuradoria da Casa não pode vetar de pregar a legalidade se houve nove assinaturas com justificativa, a Procuradoria da Casa tem que fornecer parecer e o parecer não pode ser negativo uma vez que tem justificativa.  É direito e não vejo isso como ilegal”, disse. 

As principais alterações no Regimento Interno foram no artigo nº 59, que trata sobre as Comissões Parlamentares de Inquérito. No dispositivo foi acrescentada a necessidade expressa da indicação dos fatos a serem investigados e por prazo certo no requerimento da instauração das CPIs, bem como disciplinando o modo de tramitação e finalização, pontos que não estavam claros no regimento atual. 

Foi mantida a obrigatoriedade da apresentação de um requerimento subscrito por, no mínimo, um terço dos membros da Câmara, sendo que sua criação continua independente de deliberação do plenário, conservado ainda os poderes de investigação próprios das autoridades judiciais. 

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