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7 Jan 2021 - 18:10

MP recebe acusação sobre compra de apoio de Juca do Guaraná em benefício de Fávaro

Arthur Santos da Silva

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 (Crédito: Reprodução:)
O Procurador Regional Eleitoral Erich Raphael Masson emitiu despacho que traz informações sobre suposta compra de apoio realizada por terceiros para que o então candidato a vereador, Juca do Guaraná (MDB), direcionasse sua estrutura de campanha em benefício de Carlos Fávaro (PSD), eleito senador no pleito suplementar. Juca do Guaraná atualmente ocupa o posto de presidente da Câmara de Cuiabá.Conforme documento do Ministério Público, denúncia foi formalizada pelo também candidato ao Senado no pleito suplementar, Nilson Leitão (PSDB). O valor supostamente gasto por terceiros em favor de Fávaro para “comprar” Juca foi R$ 200 mil.
 
O mesmo documento aponta que terceiros supostamente também pagaram R$ 200 mil a Toninho de Souza, que concorreu a uma cadeira de vereador em Cuiabá. A compra de apoio, assim como no caso de Juca, beneficiaria Fávaro.
 
As informações sobre a acusação de compra de apoio constam em inquérito instaurado em face do senador Carlos Fávaro por suspeita de compra de votos em conluio com o deputado estadual Romoaldo Junior (MDB), suplente em exercício.
 
No caso sobre a compra de votos supostamente ocorrido no município de Alta Floresta, segundo o MP, não restaram identificados eleitores supostamente aliciados. O caso foi arquivado, conforme já noticiado pelo Olhar Jurídico.
 
A reportagem tentou entrar em contato com o Procurador Regional Eleitoral, Erich Raphael Masson, para saber sobre o andamento da investigação envolvendo Juca do Guaraná. Não foi possível obter uma resposta.
 
Juca
 
Juca do Guaraná respondeu ao Olhar Jurídico que não recebeu dinheiro de terceiros para apoiar Fávaro. O vereador afirmou ainda que espera que a investigação seja realizada com profundida para responder todos os questionamentos necessários. Por fim, o membro do MDB salientou que a acusação é “firme como uma bolha de sabão”.
 
Fávaro
 
A assessoria de imprensa do senador Carlos Fávaro afirmou ao Olhar Jurídico que não tem conhecimento sobre os supostos fatos descritos por Litão e até o momento o Senador não foi notificado pelo Ministério Público.

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