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9 Fev 2021 - 16:40

Prefeito rebate Carvalho sobre audiência: “era só ter levantado da cadeira e atravessado a rua”

Isabela Mercuri / Do local - Airton Marques

Rogério Florentino / Olhar Direto

 (Crédito: Rogério Florentino / Olhar Direto)
O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) não engoliu a crítica feita pelo secretário de Estado da Casa Civil, Mauro Carvalho, à audiência pública realizada na última quinta-feira (4) para discutir a mudança de modal de transporte, na Assembleia Legislativa. Na ocasião, Carvalho disse que não havia sido convidado a participar presencialmente, e classificou a condução do evento como ‘arbitrária’. Nesta segunda-feira (8), Pinheiro rebateu afirmando que, se Carvalho quisesse participar, era só ter levantado da cadeira e atravessado a rua.
“[É uma] Manifestação de quem não tem o que discutir. Eles tomaram uma decisão unilateral, isolada, não tem nem projeto ainda, então se limitaram a tentar reclamar ao invés de... o tempo que levaram reclamando - era o que o Emanuelzinho falou - era só ter levantado da cadeira, atravessado a rua, que já estava conosco lá. Levaram mais tempo reclamando do que discutindo o assunto. Mas porque não discutiram? Porque não tem projeto. Eles não têm projeto, eles chamam para uma discussão tomada de VLT para BRT, tomaram essa decisão sozinhos, não tem projetos, e agora quer discutir em cima de algo inexistente. Então aí começa a desviar o foco da discussão”, disparou Emanuel.

Após a audiência, o Governo do Estado publicou uma nota afirmando que o evento fora um “circo armado para defender o VLT”. Pinheiro disse que não defende o VLT, mas sim que a população seja ouvida. Sua ‘bandeira’, agora, é o plebiscito. “Em 2015 eu apresentei um plebiscito sobre esse tema. Eu nem sabia, o deputado Wilson Santos apresentou no ano passado, então mais do que nessa época, mais do que em 2015 quando eu era deputado, mais do que ano passado, depois de todo esse imbróglio que se instalou, depois de tanto dinheiro investido, depois de toda essa situação judicializada, mais do que nunca, não cabe, não há legitimidade para nenhum gestor definir sozinho o modal da região metropolitana”, justificou.

“Não cabe nem ao governador, nem ao prefeito da capital, nem ao prefeito da Várzea Grande, nem ao prefeito da região metropolitana e nem à bancada federal. Essa decisão tem que ser do povo. Através de um plebiscito. Como eu disse, todos vocês sabem a minha opinião, eu sou pró-VLT, o que há de mais moderno e desenvolvido e que dá dignidade à população, voto no desenvolvimento urbano e econômico da cidade, mas não sou escravo disso, eu quero o que é melhor para a população. Então quem tem que dizer isso é a população. O plebiscito, como manda a lei, é uma campanha eleitoral”, completou Emanuel.

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