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Notícias / Agronegócio

26 Fev 2021 - 10:43

Soja segue realizando lucros em Chicago nesta 6ª, mas permanece suporte no mercado

Notícias Agrícolas:

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 (Crédito: Reprodução)
A correção dos preços da soja na Bolsa de Chicago continua nesta sexta-feira (26), com perdas de mais de 10 pontos nos principais contratos na manhã de hoje. Por volta de 7h40 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa perdiam entre 12,25 e 16 pontos, com o março sendo cotado a US$ 13,90 e o agosto, US$ 13,41 por bushel. 

O mercado internacional permanece sustentado por seus fundamentos - entre eles a demanda forte, mas um pouco inativa agora, por parte da China, os estoques muito apertados tanto na América do Sul, quanto nos EUA, e os problemas com atrasos na colheita e nos embarques do Brasil. 

No entanto, o reajuste dos preços e o ajuste das posições, como explicam analistas e consultores de mercado, é natural depois de terem sido alcançadas as máximas desde 2014. Nesta semana, as cotações testaram suas máximas de 2021 e registraram sessões positivas consecutivas na CBOT. O avanço dos valores da soja tem se dado há nove meses seguidos. 

"Há um movimento de realização de lucros, mas acima de tudo, continuamos altistas, principalmente para a soja e o milho", diz à Reuters Internacional o diretor da consultoria Ikon Commodites. "Estamos prestes a entrar no período crítico do plantio em março no Hemisfério Norte, então, há muito risco pela frente", complementa. Soja segue realizando lucros em Chicago nesta 6ª, mas permanece suporte no mercado
Publicado em 26/02/2021 07:401033 exibições


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A correção dos preços da soja na Bolsa de Chicago continua nesta sexta-feira (26), com perdas de mais de 10 pontos nos principais contratos na manhã de hoje. Por volta de 7h40 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa perdiam entre 12,25 e 16 pontos, com o março sendo cotado a US$ 13,90 e o agosto, US$ 13,41 por bushel. 

O mercado internacional permanece sustentado por seus fundamentos - entre eles a demanda forte, mas um pouco inativa agora, por parte da China, os estoques muito apertados tanto na América do Sul, quanto nos EUA, e os problemas com atrasos na colheita e nos embarques do Brasil. 

No entanto, o reajuste dos preços e o ajuste das posições, como explicam analistas e consultores de mercado, é natural depois de terem sido alcançadas as máximas desde 2014. Nesta semana, as cotações testaram suas máximas de 2021 e registraram sessões positivas consecutivas na CBOT. O avanço dos valores da soja tem se dado há nove meses seguidos. 

"Há um movimento de realização de lucros, mas acima de tudo, continuamos altistas, principalmente para a soja e o milho", diz à Reuters Internacional o diretor da consultoria Ikon Commodites. "Estamos prestes a entrar no período crítico do plantio em março no Hemisfério Norte, então, há muito risco pela frente", complementa. 


Ao Notícias Agrícolas nesta quinta-feira, o diretor da Cogo Inteligência em Agronegócio complementou a análise também afirmando esse viés positivo que continua permeando o mercado. 

"É exatamente esse fato de uma relação de oferta e demanda ajustada, estoques apertados e compras ainda pesadas de importadores como a China que colocam esse patamar mais para baixo do que o atual (momentaneamente), mas ainda bem acima do que vimos em 2020 e também 2019. Estamos vindo de um período de cotação futura com os mais altos níveis desde 2014, 2015" diz. 

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