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5 Abr 2021 - 16:18

Deputado fala em falta de kit intubação e vê relação com morte de grávida em Sinop

RD News

Reprodução

 (Crédito: Reprodução)
Afalta de medicamentos para intubar pacientes pode estar relacionada à morte da jovem de 20 anos, Mikaely Sousa, que estava grávida de 8 meses de gestação. Em estado grave pela Covid-19, ela aguardava vaga em UTI e morreu no sábado (3) em Sinop (500 km de Cuiabá). A hipótese foi levantada pelo deputado estadual Lúdio Cabral (PT), que é médico, e defende uma investigação sobre o caso.

Ele alerta que há relatos sobre o desabastecimento de medicamentos necessários à intubação, como ocorre em outros estados onde pacientes estão sendo amarrados e agonizam nos leitos. Contudo, o governo do Estado, por meio da Secretária de Saúde, garante que não há falta do kit intubação nos hospitais sob sua responsabilidade.

De acordo com o parlamentar, Mikaely aguardava desde 31 de março e só não foi transferida porque estaria com quadro instável de saúde. “O que explicaria a instabilidade pode ser a falta de medicamento para intubar”, contou ao  nesta segunda (5).

Em nota, a SES garante que foram feitas compras antecipadas e não há risco de desabastecimento apesar do governador Mauro Mendes (DEM) ter assinado carta onde apela, junto a outros governadores, para que o governo federal ajude a adquirir os medicamentos.

“Estamos falando de um genocídio, recebemos denúncia de pessoas sendo amarradas para serem intubadas. Em Sinop foram 11 mortes no mesmo dia e as autoridades locais falam sobre falta de medicamentos. Alguns não querem se expor por medo de perseguição. Não será essa a explicação da instabilidade clínica para a gestante que faleceu no sábado?”, concluiu.

Leia nota da SES sobre kit intubação

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) esclarece que os estoques de medicamentos para a intubação de pacientes estão regulares nos hospitais geridos pelo Governo de Mato Grosso. O Estado realizou a compra antecipada destes medicamentos em 2020 e não existe, até o momento, risco de desabastecimento nas UTIs administradas pela SES. O Governo também monitora as UTIs privadas e dos hospitais municipais, para ajudar a evitar o desabastecimento.

Ao assinar a carta ao presidente, o governador Mauro Mendes apoiou a iniciativa de outros governadores, visto que há estados com estoques muito críticos e que necessitam do auxílio do Governo Federal.

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