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10 Abr 2014 - 14:14

Pinheiro ironiza João Emanuel: "Quem tem tantos acordos políticos e está tão seguro não renuncia"

Claramente tirando seu corpo fora, Júlio afirmou em entrevista na manhã desta quinta-feira (10), que se existe ou não qualquer acordo político com o vereador João Emanuel, não cabe a ele dizer

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 De maneira irônica, o presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereador Júlio Pinheiro (PTB), afirma que acha praticamente impossível que João Emanuel (PSD) renuncie para evitar a cassação, na sessão da próxima terça-feira (15). Segundo Pinheiro, o colega já demonstrou estar bem confiante nos ‘acordos políticos’ anteriormente firmados alguns parlamentares, o que o faria estar bastante ‘seguro de si’.

“Acho que dificilmente o João Emanuel renunciaria. Primeiro que ele está muito seguro de si, segundo que ele diz a todo canto que ele tem acordos políticos. Então, quem tem acordos políticos e quem está seguro de si, dificilmente renuncia. O plenário na próxima terça-feira vai saber se houve ou não esse acordo político que ele disse”, declarou.

Claramente tirando seu corpo fora, Júlio afirmou em entrevista na manhã desta quinta-feira (10), que se existe ou não qualquer acordo político com o vereador João Emanuel, não cabe a ele dizer.

“Eu disputei uma eleição contra ele, perdi pra ele, forças muito ocultas vieram disputar essa eleição contra mim, estou absolutamente tranquilo. O único acordo que tenho é com Deus e com minha consciência. Se ele tem acordo político com alguém, não cabe a mim dizer”, reforçou.

Segundo o presidente faça na próxima terça esse capítulo será encerrado na Câmara Municipal de Cuiabá. “A CCJ vai só referendar ou não o relatório final. Quem decide pela cassação ou não será o voto plenário. A CCJ irá se manifestar sobre a legalidade e a tramitação do relatório final. Se houve amplo direito de defesa, se tudo está dentro das normas constitucionais. O plenário pode inclusive derrubar o parecer da CCJ. Eu tenho certeza que será uma votação extremamente tranquila”, finalizou.

O fato que é que pela legislação eleitoral, caso João Emanuel renuncie ao mandato, ele ficará automaticamente inelegível pela nova lei da ficha limpa.

 
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