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2 Jun 2021 - 08:17

Mauro diz que não governa apenas para minoria e nega temor de possível greve de servidores

Airton Marques / Do Local - Max Aguiar

Rogério Florentino / Olhar Direto

 (Crédito: Rogério Florentino / Olhar Direto)
O governador Mauro Mendes (DEM) não parece se incomodar com a pressão do Fórum Sindical, que marcou para esta quarta-feira (02) a realização de uma carreata em forma de protesto contra medidas do Palácio Paiaguás, como a não concessão da Revisão Geral Anual (RGA) dos anos de 2019, 2020 e 2021. Quando questionado sobre a possibilidade de greve geral do funcionalismo público, o democrata garante não ter qualquer temor.“Cumpro tudo dentro da legalidade e não tenho temor em fazer qualquer tipo de embate. Já demonstrei isso várias vezes. Os meus atos e trajetória falam muito mais do que as palavras, pois faço o que é possível fazer. Temo a Deus em primeiro lugar. A Virginia (Mendes) manda bem, mas eu temo a Deus”, afirmou.

Mauro ainda rebateu o argumento difundido por sindicalistas, de que o governo não mantém diálogo com o Fórum Sindical, já que os secretários, como Mauro Carvalho, da Casa Civil, não recebem os representantes dos servidores para dialogar. Defende que seu governo tem mudado a realidade do estado e que seu foco é tomar decisões que irão beneficiar a maioria da população.“Não vou fazer nada que não seja correto, olhando o interesse de grande parte da população. Vou fazer o que é bom para a maioria. Democracia não é a vontade de todos, mas da maioria. Está ai o estado recuperado. Um estado que quando peguei era nota C no Tesouro. Em dois anos nós conseguimos a maior nota que um estado pode ter em gestão fiscal. É algo que vai trazer consequências positivas para o cidadão”, pontuou.

Além de questionar o pagamento da RGA dos últimos anos, os sindicalistas também se posicionam contrários à proposta de isenção do desconto previdenciário aos aposentados. O texto que ainda será analisado pelo Conselho da Previdência estabelece que os aposentados que ganham até R$ 9 mil terão um “desconto” de R$ 3,3 mil para o cálculo da alíquota.

Por exemplo, hoje uma pessoa que ganha R$ 9 mil paga 14% sobre este salário, ou seja, R$ 1.260. Se o projeto for aprovado, a pessoa pagará os 14% sobre a diferença de (R$ 9 mil – R$ 3.300), ou seja, 14% sobre R$ 5,7 mil, totalizando R$ 798 de desconto. Os que ganham mais que R$ 9 mil o “rebate” continua sendo de apenas um salário mínimo, e quem ganha até R$ 3,3 mil não paga nada.

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