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4 Jun 2021 - 16:24

Botelho alinha questão da Previdência com o governo e defende defende alíquota de 10,95% para PM

Max Aguiar

Rogério Florentino - Olhar Direto

 (Crédito: Rogério Florentino - Olhar Direto)
"Formatar o projeto da contribuição da Previdência de aposentados, pensionistas e da Polícia Militar, para que entre na pauta de votação  da Assembleia Legislativa na próxima semana". Essa é a expectativa do  primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), que busca o consenso e a melhor proposta para as categorias, que foram duramente penalizadas com a cobrança da alíquota de 14%, com a Reforma da Previdência. Durante reunião no início dessa semana, Botelho debateu e pediu celeridade nos encaminhamentos sobre a questão da Previdência da Polícia Militar (PM). 

De acordo com o parlamentar, o governador Mauro Mendes (DEM) vai finalizar o projeto e deverá enviar à ALMT na próxima semana, sendo possível que encaminhe tudo junto, “tanto o projeto de pessoas com comorbidades (doenças raras), e também o da PM que ainda não havia sido fechado, mas está perto de uma definição”, disse Botelho. 

Para ele, o ideal é de que a alíquota seja de 10,95% para a PM. “É o que tinha sido aprovado antes. E é isso que estamos levando para o governador, que tem que ver e analisar quais são as alterações. Então, ele está levantando, fazendo todo essa análise para poder dar um sim ou não para nós. Acredito que na próxima semana finalizaremos”, deduziu Botelho.  

Comorbidade – Com relação â questão dos portadores de doenças raras explica que já havia consenso à proposta aprovada. Por isso, defende um único projeto para todas as categorias. “O que nós queremos agora é que venha um único projeto incluindo tudo para votar uma vez só. Somente o da polícia que tem que ser separado”, adiantou, ao acrescentar que a proposta da PM não precisará passar pelo Conselho da Previdência. 

Questionado pela imprensa se há consenso para a votação, Botelho foi claro: “Nunca tem, pois uns querem colocar emendas, alterações, mas tem número suficiente pra aprovar, com certeza”.

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