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Agência da Notícia, Segunda-feira 2 de Agosto de 2021

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21 Jun 2021 - 08:47

Recorde no preço do boi gordo e reação nos valores da soja; veja notícias desta segunda

O indicador do boi gordo do Cepea subiu e renovou a máxima histórica da série ao superar os R$ 320 por arroba; para a soja, valor subiu em Chicago

Canal Rural

Soja e milho têm recuperação parcial em Chicago após tombo dos últimos dias. Arroba do boi gordo bate recorde no Cepea, mas soja tem menor cotação do ano.

Boi: arroba bate recorde no Cepea, mas futuros seguem em baixa

Milho: sequência de quedas é interrompida

Soja: Chicago se recupera após tombo, mas Paranaguá (PR) tem menor preço do ano

Café: dólar garante valorização no Brasil com estabilidade em Nova York


No Exterior: dirigente do FED mostra preocupação com inflação e derruba mercados

No Brasil: medo de aumento dos juros no exterior gera queda semanal no Ibovespa

Agenda:

Brasil: relatório Focus (Banco Central)

Brasil: balança comercial das três primeiras semanas de junho

EUA: inspeções de exportação semanal (USDA)


Boi: arroba bate recorde no Cepea, mas futuros seguem em baixa

O indicador do boi gordo do Cepea subiu e renovou a máxima histórica da série ao superar os R$ 320 por arroba. A cotação variou 0,63% em relação ao dia anterior e passou de R$ 318,90 para R$ 320,90 por arroba. Sendo assim, no acumulado do ano, o indicador valorizou 20,12%. Em 12 meses, os preços alcançaram 51,12% de alta.

Por outro lado, na B3, os contratos futuros do boi gordo recuaram novamente e seguem em movimento de contraposição à firmeza do mercado físico. O ajuste do vencimento para junho passou de R$ 318,30 para R$ 316,55, do outubro foi de R$ 325,15 para R$ 321,45 e do novembro, de R$ 328,45 para R$ 324,70 por arroba.

Milho: sequência de quedas é interrompida

O indicador do milho do Cepea, calculado com base nos preços praticados em Campinas (SP), teve um dia de leve alta e interrompeu uma sequência negativa de doze dias. A cotação variou 0,35% em relação ao dia anterior e passou de R$ 89,56 para R$ 89,87 por saca. Portanto, no acumulado do ano, o indicador teve uma alta de 14,27%. Em 12 meses, os preços alcançaram 90,69% de valorização.

Os preços no mercado brasileiro foram impulsionados pela recuperação parcial dos futuros em Chicago. O vencimento para dezembro, o mais líquido atualmente, subiu 6,35%, um dia após recuar 6,99%, e passou de US$ 5,324 para US$ 5,662 por bushel. O movimento ocorreu em virtude de cobertura de posições vendidas, ou seja, realização dos lucros das últimas quedas.

Soja: Chicago se recupera após tombo, mas Paranaguá (PR) tem menor preço do ano

Em Chicago, os contratos futuros da soja tiveram recuperação parcial após o tombo do dia anterior. O vencimento para novembro, o mais negociado atualmente, subiu 4,82%, um dia após recuar 6,75%, e passou de US$ 12,526 para US$ 13,13 por bushel. Assim como no caso do milho, o mercado teve um dia de cobertura das posições vendidas e realização dos lucros.

No Brasil, por outro lado, o indicador da soja do Cepea para o porto de Paranaguá (PR) registrou a menor cotação do ano. O preço variou -2,19% em relação ao dia anterior e passou de R$ 156,86 para R$ 153,43 por saca. No acumulado do ano, o indicador desvalorizou 0,31%, porém, em 12 meses, os preços alcançaram 35,16% de alta.

Café: dólar garante valorização no Brasil com estabilidade em Nova York
De acordo com a consultoria Safras & Mercado, os preços no Brasil apresentaram firmeza. A alta pode ter sido influenciada pelo dólar, já que Nova York apresentou cotações estáveis. No sul de Minas Gerais, o arábica bebida boa com 15% de catação subiu de R$ 800/805 para R$ 820/825, enquanto que no cerrado mineiro, o bebida dura com 15% de catação ficou estável em R$ 810/815.

Em Nova York, as cotações do café arábica até apresentaram ligeira alta, mas ficaram longe de acompanhar a recuperação observada em outras commodities agrícolas. O vencimento para setembro valorizou 0,23% na comparação com o dia anterior e passou de US$ 1,5160 para US$ 1,5195 por libra-peso.

No Exterior: dirigente do FED mostra preocupação com inflação e derruba mercados
O presidente do Federal Reserve de St. Louis, James Bullard, declarou que a inflação está mais acelerada do que as projeções indicavam e que isso demandará discussões para reduzir o estímulo monetário. Apesar de não ter direito a voto na política monetária em 2021, as declarações ajudaram a derrubar as bolsas norte-americanas, que já estavam operando em baixa.

Nesta semana, na reunião de política monetária, o fato de que os dirigentes do FED passaram a projetar aumento de juros um ano antes do que o previsto na reunião anterior já havia aumentado a cautela dos investidores de ações. Dessa maneira, o mercado agora fica dividido entre a forte recuperação com a reabertura econômica e a aceleração da inflação.

No Brasil: medo de aumento dos juros no exterior gera queda semanal no Ibovespa
Apesar da ligeira alta de 0,27% na sexta-feira, 18, o Ibovespa teve a segunda queda semanal consecutiva e foi impactado sobretudo pelo risco de aumento de juros nos Estados Unidos antes do projetado atualmente. A baixa foi de 0,80% na comparação entre semanas e o índice fechou cotado a 128.405 pontos.

Pelo lado positivo, diversos estados brasileiros estão acelerando o ritmo de vacinação, de forma que a média diária está acima de 1 milhão de doses. Na agenda econômica da semana, destaque para a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom). Os investidores estarão em busca de sinais se os diretores chegaram a discutir um aumento maior de juros já nesta reunião de junho.

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