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Notícias / Judiciário

26 Out 2021 - 09:35

Judiciário alerta sobre golpe da falsa fiança; Confresa foi a primeira cidade a sofrer o golpe

Os golpistas se identificam como juízes, promotores, oficiais de justiça ou delegados para tentar dar credibilidade a ação.

Redação do Agência da Notícia

Os golpistas se identificam como juízes, promotores, oficiais de justiça ou delegados para tentar dar credibilidade a ação.

Os golpistas se identificam como juízes, promotores, oficiais de justiça ou delegados para tentar dar credibilidade a ação.

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso alerta a população que criminosos estão aplicando o golpe da falsa fiança, por diversos municípios do Estado, isto é, estão se passando por autoridades para pedir dinheiro para o pagamento de fiança de pessoas que por qualquer motivo foram detidas.
 
Como acontece o golpe: os golpistas se identificam como juízes, promotores, oficiais de justiça ou delegados para tentar dar credibilidade a ação. Entram em contato por aplicativos de mensagens, como o whatsapp, ou por telefone, com parentes de pessoas reclusas, solicitando o pagamento da fiança. Para dar mais crédito ao golpe, utilizam no perfil do whatsapp a logomarca do Poder Judiciário de Mato Grosso.
 
Ao falarem com os familiares das pessoas reclusas, dizem que o pagamento da fiança é urgente. “Diante das informações que os criminosos conseguem, ligam para os familiares/parentes dos custodiados, se passando na maioria das vezes por juízes e solicitando o pagamento de uma fiança para providenciar a soltura do custodiado, repassando dados de conta bancária para a realização do pagamento da suposta fiança”, explica a coordenadora Militar do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Coronel PM Jane de Sousa Melo.
 
O golpe já foi detectado em cinco municípios de Mato Grosso: Confresa, Rosário Oeste, Araputanga, Tangará da Serra e Cuiabá, nesta ordem.
 
O Poder Judiciário pede que as pessoas fiquem alertas e informa que não o Judiciário pede ou exige pagamento de fiança por aplicativos de mensagens ou telefone. Todos os procedimentos relativos ao processo judicial são realizados somente via PJe (Processo Judicial Eletrônico).
 
“Orientamos as vítimas que não realizem qualquer pagamento de fiança exigida por mensagens via aplicativos. Toda ocorrência desta natureza deverá ser informada de imediato e registrado boletim de ocorrência em uma delegacia mais próxima”, finaliza a Coronel PM Jane de Sousa Melo.

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