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Notícias / Política

27 Out 2021 - 10:15

TSE tem 3 votos contra cassação; relator cita uso ilícito de WhatsApp

Pessoas próximas ao presidente disseminam fake news, mas que não foi comprovada gravidade

Agência da Notícia com Redação Mídia News

Agência da Notícia com Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro: disparo em massa de mensagem na campanha de 2018 (Crédito: Agência da Notícia com Reprodução)

O presidente Jair Bolsonaro: disparo em massa de mensagem na campanha de 2018


Foi apresentada pela coligação O Povo Feliz de Novo (PT, PC do B e Pros) e questiona a contratação, por pessoas jurídicas, entre elas, a Havan, das empresas Quickmobile, Yacows, Croc Services e SMSMarket, responsáveis pelo disparo em massa, via WhatsApp, de mensagens contra PT e coligação O Povo Feliz de Novo.


A ação aponta ainda a existência de uma "estrutura piramidal de comunicação" para disseminar desinformação via grupos originários da campanha dos representados ou grupos derivados de WhatsApp. A Aije, em fase de alegações finais, teve reaberta a fase de instrução em 10 de outubro de 2019.

A ação foi ajuizada pela coligação O Povo Feliz de Novo e apresenta como fato a ser investigado a contratação da Yacows, Kiplix e AM4 Informática para a prestação de serviço de disparos em massa de mensagens de cunho eleitoral, pelo WhatsApp.


A coligação aponta uso fraudulento de nome e CPF de idosos para registrar chips de celular e garantir disparos em massa. Ainda segundo a ação, o suposto uso de robôs deve ser investigado. A Aije ainda cita que algumas das agências contratadas foram subcontratadas pela AM4. A ação está em fase de alegações finais. A reabertura da instrução foi determinada em 15 de outubro de 2019.

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