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Notícias / Covid- 19

20 Jan 2022 - 08:34

SES vê cenário mais confortável em julho se população tiver “juízo”

Secretário aponta imprudência de gestores que decidirem liberar festas, em razão da Covid

Redação Agência da Notícia com Mídia News

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Foto: (Crédito: reprodução)

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O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, afirmou que vê possibilidade de um cenário da pandemia da Covid-19 “mais confortável” em meados de julho deste ano, caso a população “tenha juízo” agora e aborte aglomerações e festas de Carnaval.

A afirmação foi feita ao avaliar a nova onda de Covid-19 vivida no país após as festas de fim de ano, em razão da alta disseminação da variante Ômicron.

Segundo Figueiredo, a projeção a longo prazo é incerta, uma vez que o cenário epidemiológico é avaliado diariamente, mas se a população continuar se vacinando, a chance é de um cenário mais otimista do que o atual.

“Acredito sim que em julho teremos uma situação muito mais confortável do que temos agora, basta que nós, agora, tenhamos juízo e não façamos o que alguns estão tentando fazer: acreditando que a pandemia já acabou e adotando medidas que contrariam 100% de tudo o que foi dito até agora”, criticou.

“Agora, se a ciência não serve para nada... para quem não sabe para onde ir, qualquer caminho serve”, alfinetou.

Contrário à realização do Carnaval em razão da nova subida no número de infectados e internados pela Covid-19 no Estado e no Brasil, Figueiredo alertou os gestores municipais a agirem com prudência, até mesmo para evitar sobrecarregar o sistema de saúde.

“Toda grande aglomeração, um contingente desse tipo, vai sim ampliar a possibilidade de disseminação da Covid, vai colapsar o sistema”, disse.

Ele fez um alerta maior para cidades pequenas que, conforme salientou, nem mesmo possuem assistência suficiente para atender a demanda da própria população e que, por isso, acabam inchando o sistema de municípios vizinhos, como a Capital.

“Quem está em município que não tem capacidade assistencial – como exemplo Chapada [dos Guimarães], que tem somente uma UPA com limitações – seria imprudência realizar um evento dessa natureza”, disse.

“Cada gestor é eleito e tem responsabilidade sobre as decisões que toma, mas basta verificar o crescente número de casos que ocorreu por conta dos festejos de fim de ano”, completou.

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