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22 Jan 2022 - 11:22

MT tem a maior taxa de incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) do país, diz estudo

O índice é de 13,5 para cada 100 mil habitantes, considerado extremamente alto.

Redação Agência da Notícia com G1

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Mato Grosso tem a maior taxa de incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) do país, segundo o boletim da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O índice é de 13,5 para cada 100 mil habitantes, considerado extremamente alto. O estudo analisa as duas primeiras semanas de 2022.

No ranking, depois de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul aparece na segunda posição com índice de 13,0. Em terceiro lugar, Distrito Federal, com 12,8 e Sergipe, com 11,2. Esses estados também possuem índices considerados extremamente altos.

As taxas de incidência de SRAG nessa categoria excedem 10 casos a cada 100 mil habitantes

Já as unidades federativas que possuem índices considerados muito altos são: São Paulo, Minas Gerais, Alagoas, Paraná, Acre, Ceará, Bahia, Roraima, Tocantins, Santa Catarina, Pernambuco, Espírito Santo, Goiás e Amapá.

Nesses estados, a estimativa excedem 1 caso a cada 100 mil habitantes.

O quadro de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG) no Brasil, analisado com dados até a primeira Semana Epidemiológica de 2022, teve 13 mil casos no período das duas últimas semanas de 2021 e a primeira de 2022.

De acordo com a Fiocruz, os casos de SRAG envolvem hospitalizações e óbitos por vírus respiratórios e este crescimento expressivo acontece em meio a disseminação da variante ômicron no país, assim como a circulação de vírus da influenza em vários estados.

Há tendência de crescimento significativo em todas as capitais, com exceção de Boa Vista, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

De acordo com o estudo, devido à alta taxa de transmissão, os estados devem estar preparados com disponibilidade de leitos e recursos no sistema de saúde, além das atividades de testagem e orientações para casos positivos, que são essenciais para reduzir a transmissão.

Os vírus, segundo a Fiocruz, vem causando SRAG desde o começo de 2021 nas crianças pequenas, além do Sars-Cov-2:

Bocavírus
Parainfluenza 3 e 4
Vírus Sincicial Respiratório (VSR)
Rinovírus

Aumento em 26 das 27 unidades federativas

A publicação aponta que 26 dos 27 estados apresentam sinal de crescimento na tendência de longo ou prazo até a SE 2 (período de 9 a 15 de janeiro de 2022). Apenas Roraima apresenta sinal de estabilidade nas tendências de longo e curto prazo.

Todos os estados que apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo estão com o indicador em nível forte (probabilidade > 95%), exceto Rondônia que apresenta sinal moderado (probabilidade > 75%).

Em relação às capitais, 24 das 27 apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo. Apenas Boa Vista (RR), Rio de Janeiro (RJ) e Salvador (BA) não apresentam sinal de crescimento.

No entanto, o boletim faz um alerta para a capital fluminense, que apresenta sinal de crescimento na tendência de curto prazo, e para a capital baiana, onde deve-se ter cautela em relação aos dados atuais.
 

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