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14 Abr 2014 - 14:45

Cirurgias são suspensas por greve de anestesistas do PS em Cuiabá

Secretaria de Saúde informou que 10 cirurgias foram suspensas até agora. Profissionais cobram o recebimento de três salários atrasados.

G1 MT

 Há três dias, somente cirurgias de urgência e emergência estão sendo realizadas no Pronto-Socorro de Cuiabá após a paralisação parcial dos médicos anestesistas que atuam na unidade. Até agora foram suspensas a realização de 10 procedimentos cirúrgicos de pacientes que estavam na fila de espera, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde. Os profissionais cobram o recebimento de três salários atrasados, referentes aos meses de janeiro, fevereiro e março deste ano.
A assessoria da Secretaria de Saúde da capital informou que a previsão de pagamento dos débitos é até a próxima quinta-feira (17). As cirurgias que foram suspensas deverão ser remarcadas após o retorno desses profissionais ao trabalho.
Essa é a segunda vez neste ano que os profissionais fazem greve por causa de atrasos salariais. Mais de 150 cirurgias tiveram de ser suspensas em fevereiro deste ano. Na ocasião, eles cobravam o pagamento dos salários de novembro e dezembro do ano passado e a renovação do contrato de trabalho com a Secretaria de Saúde. Depois de quase duas semanas de paralisação e após a quitação do débito, eles voltaram a trabalhar.
Os profissionais são ligados à Cooperativa de Médicos Anestesistas do Estado de Mato Grosso (Coopanest-MT). Ao todo, são 20 anestesistas atuam no Pronto-Socorro da capital, sendo que quase a metade deles por meio de contrato temporário.
Na semana passada, médicos que atuam na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA), do Bairro Morada do Ouro, pediram demissão também por causa de atraso de salário. O prefeito da cidade, Mauro Mendes, se posicionou sobre os problemas da saúde na última sexta-feira (11) e alegou que o município não tem recursos para investir no setor, tão menos 'honrar' com as despesas já existentes. Ele cobrou o repasse de verba do governo federal, que, segundo ele, fica com mais de 60% dos recursos arrecadados, enquanto os municípios com apenas 15% do total da receita.
Além da suspensão das cirurgias por causa da paralisação dos anestesistas, os procedimentos já estavam comprometidos ppor um defeito em um equipamento cirúrgico da unidade. O equipamento é um arco cirúrgico, que produz imagens de raio-

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