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Notícias / Política

1 Mai 2014 - 11:50

Blairo diz que decisão de não ser candidato é irreversível e não apoia Taques

"Não insistam mais em que eu seja candidato. Isso prejudica o processo", avisou

Só Notícias

 O senador Blairo Maggi (PR) acaba de confirmar, em entrevista coletiva, em Cuiabá, que sua decisão de não disputar as eleições para governador em Mato Grosso é irreversível. Líder em todas as pesquisas, Blairo disse que vai concluir seu mandato de senador. "Não insistam mais em que eu seja candidato. Isso prejudica o processo", avisou.

"Desde 2010, quando fui eleito senador, disse que não seria candidato em 2014. Agi assim durante esse período. Me distanciei da esfera política e me concentrei nas atividades no Senado e me afastei do processo eleitoral", disse. "A pressão que existe hoje é natural. É legítima. Meu nome é bastante forte para disputar e ganhar as eleições com vantagem forte. Mas nem isso me fez mudar meu pensamento em de fato não disputar a eleição.

Primeiro porque já tomei decisão lá atrás. É decisão de foro íntimo. Fui governador por 2 mandatos e sei do grau de responsabilidade de administrar o Estado, estar envolvido diuturnamente, brigar com as coisas que não querem andar, ser o mais eficiente possível. Já ficando 4 anos fora do governo, confesso que não me recuperei da ressaca do governo. Ainda tenho dificuldade de encarar isso, ter que voltar e fazer tudo de novo... Uma coisa é ir de encontro ao desconhecido, brigar, vencer ou perder. Outra coisa é enfrentar o conhecido e saber que não tem possilidade de vencer (referindo-se a questões administrativas e políticas diversas).

Você perder um pouco da luta, do brilho, da luta porque você sabe exatamente o que você pode ou não pode fazer... e saber que você será vencido ou não vencerá no final", afirmou. Blairo Maggi também confirmou que o PR está livre para se coligar com quem quiser. E, se caso o partido decidir apoiar Pedro Taques, ele não vai tomar a mesma decisão. 16:42h - "Não quero ficar com a pecha de quem está fungindo.

Os números estão aí (pesquisas). Não quero por decisão pessoal". Os índices não podem ser divulgados porque a pesquisa é de consumo interno e não está registrada. 16:41h -"Se o PR não tivesse candidatura do Welington Fagundes ao Senado, nós iríamos buscar uma jovem liderança para ser candidato a governador. Então, o PR teria candidatura própria" 16:38h - "Meus negócios não dependem do governo. É como dizia meu pai, se o governo não me atrapalhar já está louco de bom", respondeu sobre seu relacionamento político com o governo federal e financiamentos que seu grupo empresarial obteve. 16:34h- "PR estando com Pedro Taques não acompanharei essa decisão.

Coloquei essa questão pro próprio Taques, ontem, devido grau de dificuldade que foi criado da gente estar juntos. Pelo menos nesse momento é muito grande. Como aprendi a conviver e admirar o Taques, fiz questão da gente conversar e expor que tenho dificuldade em apoiá-lo. Mas eu não coloco veto do PR. Grau dificuldade quanto ao senador Pedro Taques é seu posicionamento ao governo federal. É uma coisa que não nos une. Nos afasta.

Tenho compromisso moral de acompanhar a presidente Dilma pelas coisas que conquistamos para Mato Grosso, como a copa, obras". 16:31h- "Deputado Riva esteve comigo hoje, tomamos café da manhã, pediu para que eu seja candidato para unir os partidos da base aliada. Mas tenho certeza que ele entende e respeita minha decisão" 16:30h - "Governante tem que deixar o Estado melhor para o outro (sucessor)". 16:28h - "Conheço números macros de Mato Grosso. Governador que herdar o governo de Silval vai receber em melhores condições que recebi em 2002.

O Dante quando pegou lá atrás pegou pior e entregou melhor. Eu também entreguei melhor. Hoje, meio orçamento do Estado pagam as dívidas. Que história é essa que Estado está quebrado ? Não tá !. As obras estão atrasadas e que não concluíram, pode ter certeza que o dinheiro não saiu do BNDES E CAIXA porque eles são rígidos na liberação de acordo com andamento das obras". 16:23h - "A partir do momento que tô reafirmando meu afastamento da campanha, quero abrir mão de conduzir o PR neste processo em Mato Grosso.

Se eu não vou, eu não tenho direito de conduzir o processo para lado A ou B. Temos que definir onde o deputado Welington Fagundes estará, como candidato a senador, na coligação A ou B. Os membros da executiva do PR é que decidirão. Partido tem autonomia absoluta ou total para fazer a opção (coligação)". 16:22h - "Quando Dilma me viu no Pará (semana passada), a presidente veio para cima de mim como uma abelha.

Eu disse que não seria candidato e me respondeu que ela quer, que o ex-presidente Lula quer e reafirmei que não disputo. Mas disse que apoiarei a candidatura dela (reeleição)". 16:19h - "As pressões foram tantas e por último meu posicionamento é de não disputar e quero deixar isso claro para não atrapalhar o processo eleitoral". 

 
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