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7 Mai 2014 - 13:43

PR joga para se valorizar na definição de chapa majoritária

Presidente do partido, Wellington Fagundes conversa com base aliada e oposição

Mídia News

 O PR passou a ser considerado a “bola da vez”, no processo de definição de alianças, e está sendo disputado tanto pela base de sustentação do Governo, quanto pela oposição.

A cúpula do partido tem participado de reuniões dos dois lados e com a garantia da candidatura do presidente republicano, deputado federal Wellington Fagundes, ao Senado.

Na segunda-feira (5), por exemplo, no início da noite, Wellington participou da sexta reunião dos partidos da base aliada do Governo, em um hotel da Capital, e, mais tarde, marcou presença em conversa com os apoiadores do senador Pedro Taques (PDT), na casa do prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), um dos coordenadores políticos da candidatura de oposição.

O vice-governador Chico Daltro (PSD), que coordenou a reunião de segunda-feira, ante a ausência do presidente do PMDB, Carlos Bezerra, disse que essa situação não está incomodando a base aliada.

“Até o momento, tudo o que o PR vem conversando e falando nas reuniões tem agradado o lado de cá. Então, até que haja qualquer comunicado oficial, o partido está dentro da base aliada e tem os mesmos direitos de disputar espaços e candidaturas nas chapas majoritária e proporcionais, assim com os outros partidos”, afirmou.

Nenhum dos dois lados quer admitir que a “preferência” pelo Partido da República tem nome e sobrenome: Blairo Maggi.

É consenso de todas as lideranças - inclusive, da chamada “terceira via”, que tem o petebista Luiz Antonio Pagot como pré-candidato ao Governo - que a coligação que receber o apoio de Maggi levará uma grande vantagem na disputa.

A aproximação de Maggi com Taques, prejudicada nos últimos dias pela decisão de Taques de ficar contra a candidatura à reeleição da presidente Dilma Roussef (PT), coloca as lideranças republicanas já como pré-aliadas de Taques.

Inclusive, se achando no direito de impor a candidatura de Wellington Fagundes a senador, em detrimento a do também senador Jayme Campos, tem assumido postura de oposição ao Governo Silval.

Essa intenção do PR teve uma resposta mais dura na segunda-feira (5), quando os principais partidos da base de Pedro Taques fecharam questão em torno da candidatura de Jayme.

 
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