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15 Mai 2014 - 14:35

Três homens são mortos em chacina no bairro Nova Esperança

Um dos executados é "Cabralzinho", que, segundo a Polícia, respondia a vários inquéritos por homicídios

Mídia News

 Cinco homens armados com pistolas invadiram uma casa, na Rua Q, no Bairro Nova Esperança, região do Pedra 90, em Cuiabá, onde executaram três homens a tiros.

Foram morto Claudemir de Souza, de 27 anos, seu irmão, o serralheiro Thiago Alexandre Santos de Souza, o “Cabralzinho”, de 35, e Bruno Silva Assunção, de 18.

A chacina ocorreu na noite de terça-feira (13), por volta das 21 horas.

No local, morreram Claudemir, executado com quatro tiros, que acertaram a cabeça e costas, além de Bruno, morto com oito tiros, sendo quatro nas costas, dois na cabeça e dois no braço.

Ferido em estado grave, Cabralzinho foi levado à Policlínica do Pascoal Ramos, onde morreu após passar pelo setor de emergência.

Os policiais informaram que cinco homens chegaram em um automóvel escuro, que parou em frente da residência. Em seguida, desceram e invadiram a casa.

Eles começaram a atirar nas vítimas, que estavam na sala. Os policiais não encontraram armas na casa.

Os tiros chamaram a atenção de vizinhos, que viram um carro saindo em alta velocidade, mas não foi possível anotar as placas e tampouco o modelo do carro.

Thiago, executado com três tiros, sendo dois na cabeça e um nas costas, seria o alvo dos criminosos, segundo policiais que atenderam a ocorrência.

Respondendo a vários inquéritos por diversos crimes, ele seria quem os criminosos procuravam. Os demais teriam sido assassinados como “queima de arquivo”.

O que chamou a atenção dos policiais é que o suposto alvo dos criminosos, apesar de responder a vários inquéritos, principalmente por homicídios, estava em liberdade.

"Cabralzinho chegou a ficar preso algumas vezes, mas por pouco tempo. Respondia aos processos em liberdade”, assinalou um policial.

"Marcados para morrer"

A fama de “terror” contra o rapaz se espalhou em 2008, quando havia a suspeita de que ele seria um dos autores de uma lista com 24 nomes de pessoas “marcadas para morrer”, na região do Pedra 90, Osmar Cabral e São João Del Rey.

Na época, a denúncia chegou à Polícia Civil a partir do número 197. Mas os policiais nunca conseguiram provas concretas da lista e tampouco da participação dele nos assassinatos seguintes.

A suposta lista teria sido achada ao lado de um corpo de uma vítima de homicídio e também colada em pontos de ônibus. O primeiro da lista teria fugido do bairro.

Em 2010, o serralheiro voltou à cena policial, após ser preso com uma pistola 9mm.

Havia a suspeita da arma ter sido usada na chamada “Chacina do Tijucal", quando três jovens foram assassinados e dois ficaram feridos, no dia 26 de fevereiro daquele ano.

O exame de balística, no entanto, foi negativo.

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