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26 Mai 2014 - 15:27 | Atualizado em 26 Mai 2014 - 15:41

Riva afirma que prisão foi “orquestrada” por adversários políticos

Durante entrevista coletiva nesta segunda-feira (26), Riva argumentou que o ministro do STF, Dias Tófolli, disse ter sido induzido ao erro pelo MPF

Agência da Notícia com Kleverson Souza

Dep. José Riva durante coletiva hoje de manhã na Assembleia Legislativa de MT

Dep. José Riva durante coletiva hoje de manhã na Assembleia Legislativa de MT

 O deputado estadual José Riva (PSD) afirmou que a sua prisão durante a quinta fase da operação Ararath deflagrada pela Polícia Federal (PF) na semana passada, foi “orquestrada” por adversários políticos. Na revogação, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Tófolli alegou inclusive que foi induzido ao erro quando decretou a prisão.

Durante entrevista coletiva concedida na Assembleia Legislativa nesta segunda-feira (26), Riva justificou que tem plena convicção da ilegalidade da sua prisão, em função de estar afastado somente das funções administrativas da presidência do Poder Legislativo, e continuar como deputado normalmente.

“As informações da procuradora do Ministério Público Federal (MPF) levaram o ministro do STF ao erro, como se não tivesse mandato. Tenho convicção que as informações foram maliciosamente distorcidas e a motivação política é flagrante. Existe a mão pesada de alguém poderoso, querendo tirar todos os adversários políticos e querendo ganhar a eleição por W.O, se utilizando do prestígio no judiciário para prejudicar os desafetos e prescrevendo processos de aliados”, afirmou.

De acordo com Riva, o senador Pedro Taques (PDT) e o ex-senador Antero Paes de Barros (PSB) estão envolvidos em sua prisão. “O advogado José Santoro, ex-procurador da República é amigo pessoal do senador, esteve reunido com ele, com o Júnior Mendonça, que fez a delação premiada, juntamente com Fernando Mendonça, principal financiador da campanha de Taques em 2010, assessorados diretamente por Antero Paes de Barros, conforme aparece na investigação da Polícia Federal (PF)”.

Riva disse que Antero Paes de Barros é o grande líder da maldade no Brasil, através do conhecido ‘comitê da maldade’. “Se alguém tiver coragem de investigar o Pedro Taques, encontrará problemas, inclusive na prestação de contas da campanha de 2010. Essas perseguições são porque não tenho medo de falar o nome de Pedro Taques”.

Sobre as motivações políticas, lembrou que o ex-juiz federal Julier Sebastião foi alvo de operação assim que lançou pré-candidatura ao Governo do Estado e o senador Blairo Maggi, também foi envolvido na quinta fase da operação, quando estava próximo de anunciar que iria concorrer ao Palácio Paiaguás em outubro.

“Taques protege seus amigos e persegue implacavelmente os seus inimigos. A motivação política é evidente, de forma sórdida, inclusive agora dizendo que tirei proveito político do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), do qual encampei a luta há muito tempo, fazendo três audiências públicas. Se eu responder por todas as minhas ações positivas, terei mais de mil processos, pois defendi metade do Fethab para os municípios, não implementação do pedágio na rodovia de Chapada dos Guimarães, a proibição do uso de cheque-caução em hospitais, entre tantas outras ações relevantes em benefício do cidadão”.

Perguntado se ingressa com processo contra a sua prisão indevida, Riva disse que os advogados estão estudando como proceder. “Minha família foi exposta de forma ilegal, mas a decisão do ministro me confortou. Não fui o primeiro e nem serei o último injustiçado”.

Quanto ao pedido de cassação protocolado na Assembleia Legislativa pela ONG Moral, Riva disse que a entidade precisaria "ter moral para fazer esse pedido e a maioria dos integrantes não tem”.

O parlamentar também reafirmou que se preciso, deixa o gabinete da presidência com tranquilidade e lembrou que quando foi afastado das funções administrativas, deixou de presidir as sessões por excesso de zelo. “Despacho do corredor se for necessário. Um dos argumentos utilizados para a minha prisão era de não conseguirem me achar, isso é brincadeira. Em 60 dias, prestei depoimentos duas vezes na Justiça Federal e na PF, todos sabem da minha agenda na Assembleia Legislativa durante a semana e que vou para o interior nos fins de semana".

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1 comentário

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  • por jose pereira, em 26 Mai 2014 às 18:01

    Merecia está preso isso sim.

 
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