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27 Mai 2014 - 08:20 | Atualizado em 27 Mai 2014 - 08:47

Riva diz que Taques mentiu sobre horas de voo em 2010

Ele cobrou investigação do Ministério Público e citou nome de piloto

Agência da Notícia com Mídia News

O deputado estadual José Riva (PSD) afirmou que o Ministério Público e setores da Justiça deixaram de investigar a prestação de contas da campanha de Pedro Taques ao Senado Federal, em 2010.

Segundo ele, a prestação é "mentirosa", quando cita apenas 8 horas de voo para o Interior de Mato Grosso. Ele também disse que a imprensa "não deu conotação" ao assunto.
"Quando ele falou que fez sua prestação de campanha, e disse que tinha gastada 6, ou 8 horas de voo, eu disse que era mentira. E isso não teve nenhuma conotação da imprensa", disse.

De acordo com o parlamentar, não seria difícil de comprovar a suposta fraude nas prestações à Justiça eleitoral. E citou os serviços que um piloto, apelidado de "Tucura", teria prestado ao então candidato.

"Porque não pedem a caderneta de vôo do avião do Tucura, do frigorífico Guaporé, de Colider. Tem lá, anotado: mais de 100 horas de voo para o senador Pedro Taques. Quer dizer, para ele, todos os privilégios possíveis; para seus adversários, toda a perseguição possível e imaginária", disse.

"Precisa a polícia, o Ministério Público intervir. Agora, o duro é saber se alguém tem coragem de fazer essa denúncia. Alguém acredita que daria pra se eleger senador com 8 horas de voo? Em minha campanha para deputado estadual, eu voei mais de 100 horas, e declarei isso à Justiça Eleitoral. Precisa a Justiça pedir, o Ministério Público Federal com seu rigor, a procuradora Vanessa, paladina da moralidade, ir lá e pedir uma investigação”, disse.

Pivetta e Cooperlucas
Riva também acusou Taques, na condição de procurador da República, de ter "protegido" o atual prefeito Otaviano Pivetta, de Lucas do Rio Verde.

Segundo o deputado, Taques teria manobrado para que o processo que investigava Pivetta, relacionado ao "Caso Cooperlucas", prescrevesse. Segundo a Justiça, R$ 230 milhões foram desviados do Banco do Brasil.

O esquema consistia em fraude e extravio na armazenagem de grãos da cooperativa, em Lucas do Rio Verde, que era fiel depositário da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Os envolvidos teriam realizado operações de financiamento agrícolas pelo Branco do Brasil e os grãos, que deveriam ser entregues à União, para amortização da dívida contraída junto ao banco, teriam sido desviados.

"O Taques protege muito bem seus amigos.. É prescrição de processo em sua gaveta... Mas persegue implacavelmente seus inimigos", disse.
Apesar dos indícios de envolvimento no esquema, os irmãos Otaviano Pivetta e Adriano Pivetta tiveram seus processos prescritos.

Outro lado

O senador Pedro Taques informou, por meio de sua assessoria, no início da tarde desta segunda (26), que encaminharia nota à imprensa.

O prefeito Otaviano Pivetta não atendeu as ligações em seu celular.


Conforme a decisão da Justiça Federal, os réus terão de devolver aos cofres públicos o valor que teria sido desviado do Banco do Brasil: R$ 230 milhões.

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