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24 Jun 2014 - 13:10

Demanda aquecida no mercado interno levam preço da carne subir em Cuiabá

A demanda interna está aquecida e agora quando se mostra como as exportações estão ajustando a oferta de carne bovina no mercado interno

Agência da Notícia com Mídia News

 Nem mesmo os embargos provocados pelo caso do "Mal da Vaca Louca", em abril, ajudaram os preços da carne bovina cair nas gôndolas dos supermercados e açougues de Cuiabá e Mato Grosso. A demanda aquecida, ainda mais neste período de Copa do Mundo, quando o churrasquinho faz parte da festa, tem provocado alta de preço em alguns cortes como o filé mignon e a picanha que subiram 8,06% e 4,25% respectivamente em relação a maio.
As expectativas dos consumidores é que os preços baixassem no Estado, uma vez que menos produtos seguiram para as exportações em maio e consequentemente em junho, visto os embargos duraram 180 dias.

Pesquisa realizada pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada nesta segunda-feira (23), revela que o quilo da carne bovina no Estado subiu em média 0,5% em junho ante maio, salto de R$ 16,97 para R$ 17,06.

O filé mignon, por exemplo, subiu em menos de um mês de R$ 26,74 para R$ 28,90. Já a picanha de R$ 29,27 para R$ 30,51 o quilo. Quem também apresentou alta foi o patinho de 2,61%, saltando de R4 16,40 em maio para R$ 16,83 em junho.

O músculo, considerado um corte de segunda, também subiu 2,76%, de R$ 12,07 o quilo para R$ 12,41. A fraldinha de R$ 15,18 para R$ 15,60 o quilo.

Porém, apesar das altas o cupim foi o corte bovino que em junho tem registrado a maior queda entre os pesquisados de 7,97%, R$ 15,42 para R$ 14,20 em junho. Outro corte que apresentou recuo de preço foi o contrafilé de 3,24%, caindo de R$ 21,54 para R$ 20,84.

“A demanda interna está aquecida e agora quando se mostra como as exportações estão ajustando a oferta de carne bovina no mercado interno, não se podia esperar outra coisa a não ser elevações nas cotações, sejam elas do animal vivo e terminado, da carne bovina com osso ou sem osso no atacado ou então dos preços que o consumidor está pagando nas gôndolas dos supermercados e açougues”, explica o Imea.

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