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9 Jul 2014 - 15:15

Jaime Campos deveria estar ao lado de Riva, diz deputado

Gilmar Fabris prevê que coligação adversária não dará certo

Agência da Notícia com Mídia News

 O deputado estadual Gilmar Fabris (PSD) avaliou que a aliança que sustenta a candidatura do senador Pedro Taques (PDT) ao Governo do Estado tem tudo para não dar certo.

De acordo com o parlamentar, o senador Jaime Campos (DEM), que é candidato à reeleição na chapa de Taques, deveria estar no seu grupo político, na coligação que apoia o deputado estadual José Riva (PSD) a governador.

“Eu acho que este casamento da chapa do Pedro Taques não vai dar certo. Para mim, o lugar do Jaime é conosco, e não lá. Porque lá ele não tem voto. Em 1998, Carlos Bezerra (PMDB) e Júlio Campos (DEM) se coligaram para enfrentar o Dante de Oliveira (PSDB) e perderam. Não foi Bezerra, tampouco o Júlio, que trouxe para baixo; foi a coligação que não deu certo, foram os dois juntos”, observou Fabris, em entrevista ao MidiaNews.
"Eu acho que este casamento da chapa do Pedro Taques não vai dar certo. Para mim, o lugar do Jaime é conosco, e não lá. Porque lá ele não tem voto"
O deputado ainda lembrou os “rachas” existentes na aliança, e o fato de que o deputado federal Wellington Fagundes (PR), também candidato ao Senado, afirmou, publicamente, que tem o apoio de dois prefeitos aliados a Jayme – Mauro Mendes (PSB), de Cuiabá, e Percival Muniz (PPS), de Rondonópolis.

“Todos sabem que lá os desentendimentos são constantes. Tudo lá é briga, tudo lá é problema. Quando eu vejo Wellington falando que Mauro e Percival vão apoiá-lo, imagino que ele tenha consentimento para falar isso. Se ele não vai suar a camisa para eleger o senador dele, isso não dá certo”, afirmou.

Sem grupo

Gilmar Fabris ainda afirmou que Pedro Taques carece de um grupo político coeso. Eleito senador em 2010, atrás de Blairo Maggi (PR), Taques conta com o apoio dos mesmos três partidos que o ajudaram a se eleger na época (PSB, PV e PPS) e ainda agregou outras nove siglas ao arco de alianças.

Porém, para o deputado, isso não significa que o senador tenha conseguido construir um grupo político forte em torno de si.

“Quando se trata de grupo, Pedro Taques ganhou uma eleição em que ele era a segunda opção de todos, pois a primeira era Blairo Maggi. O nome dele também teve um certo peso nessa eleição. Passado isso, qual o grupo político do Taques? É inexistente”, disse.

“Na eleição passada, diversas pessoas que me apoiaram apoiavam o Taques também e até fizemos reuniões. Agora, mudou. O grupo que eu entendo que seria dele é o de Mauro Mendes, que ele ajudou bastante. Mas, se é do grupo dele, não pode estar preterindo o senador que foi escolhido pelo Taques. Isso não soma, é ciscar para fora”, completou.

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