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Notícias / Política

27 Ago 2014 - 09:32

Pagot diz ter convicção de que Taques vencerá no 1º turno

Lúdio acusou Taques de ser "incoerente" por ter Pagot ao seu lado

Mídia News

 O ex-diretor geral do Dnit e um dos coordenadores da campanha de Pedro Taques (PDT), Luiz Antônio Pagot (PTB) afirmou que os ataques que vem sofrendo são "arroubos de campanha”, que podem representar um “temor” dos adversários de que Taques ganhe as eleições no primeiro turno.

“Acho que no dia 6 de outubro ninguém vai se lembrar de mais nada disso, porque essa eleição é de primeiro turno. Não acho, tenho convicção de que o Pedro Taques leva essa no primeiro turno”, afirmou.

"Isso foi um arroubo de campanha, não merece crédito. Em nenhum momento teve qualquer comentário desairoso por parte do Taques à minha pessoa" Pagot foi um dos alvos dos adversários de Taques durante o debate realizado pela TV Record, na última segunda-feira (25).

No último bloco do debate, o candidato a governador Lúdio Cabral (PT) acusou seu adversário, o senador Pedro Taques (PDT), de ser “incoerente”. “senhor se vende como candidato da coerência e chamou o Luiz Antônio Pagot de mafioso e, agora, o tem como coordenador em sua campanha”.

“Isso foi um arroubo de campanha e não merece crédito. Em nenhum momento teve qualquer comentário desairoso por parte do Taques à minha pessoa. Isso foi uma tentativa de criar uma saia justa que não vingou”, afirmou Pagot.

De acordo com Pagot, o senador sempre esteve ao seu lado, mesmo quando foi convocado a dar depoimento na CPI do bicheiro Carlos Cachoeira.

“Sempre tive grande respeito e consideração pelo Pedro Taques, e a recíproca sempre foi verdadeira. Tanto que quando estava trabalhando em Brasília nós constantemente trocávamos informações e ele, vez ou outra, também visitava o DNIT, porque ele tinha interesse em saber o andamento das obras em Mato Grosso”, afirmou.

"Expressão da verdade"

Pagot foi convocado para prestar esclarecimentos na CPI após deixar o DNIT em meio a uma série de denúncias de irregularidades, em 2011. Ele teria sofrido pressão do grupo de Cachoeira, que defendia interesses da Delta no órgão.

“Apresentei minha defesa no Senado, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, e na CPI do Cachoeira. O Taques esteve presente, fez as perguntas que queria fazer. Dei as respostas que precisava dar e está tudo registrado. E nunca teve nada de desrespeitoso ou desabonador por parte do senador”, disse.

“Na CPI do Cachoeira, depois me deram um documento dizendo que as minhas respostas foram fidedignas e representavam a expressão da verdade. E que não tinha nada que desabonasse a minha conduta”, afirmou.

 
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