Agência da Notícia

Mato Grosso

Agência da Notícia, Sábado 19 de Setembro de 2020

0 2
:
4 5
:
1 2

Últimas Noticias

Notícias / Judiciário

24 Dez 2019 - 08:32

Operação da Polícia Civil levou Arcanjo de volta para a prisão

Ex-comendador havia deixado a prisão em 2018, após 15 anos detido

Mídia News

Mídia News

 (Crédito: Mídia News)
O ex-comendador João Arcanjo Ribeiro voltou a ser preso, neste ano, acusado de retomar a liderança de uma organização criminosa envolvida com jogo do bicho em Mato Grosso.
 
A prisão ocorreu no dia 29 de maio durante a Operação Mantus, da Polícia Civil. Além dele, outras 32 pessoas também foram presas.
 
Considerado o chefe do crime organizado nas décadas de 80 e 90 em Mato Grosso, Arcanjo havia deixado a prisão em fevereiro de 2018  após passar 15 anos detido por crimes como homicídio e lavagem de dinheiro.
 
Cinco meses depois, a Polícia Civil recebeu uma denúncia, de um colaborador que não quis se identificar, sobre a permanência e continuidade do jogo do bicho em Cuiabá, o que levou Arcanjo para a prisão novamente. 
 
Ele só foi solto quatro meses depois, no dia 25 de setembro, por decisão unânime da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça.
 
A Mantus 
 
Além do grupo de Arcanjo, a operação também atingiu outra suposta organização que seria liderada pelo empresário Frederico Müller Coutinho. 
 
Segundo a Polícia Civil, os dois grupos disputavam "acirradamente" o espaço do jogo do bicho no Estado,.
 
Em julho, o juiz Jorge Luiz Tadeus Rodrigues, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, acatou as denúncias do Ministério Público Estadual (MPE) referente às duas supostas organizações.
 
Na primeira denúncia, que refere-se à organização “Colibri”, além de Arcanjo também foram denunciados o seu genro, Giovanni Zem Rodrigues, Noroel Braz da Costa Filho, Mariano Oliveira da Silva, Adelmar Ferreira Lopes, Sebastião Francisco da Silva, Marcelo Gomes Honorato, Agnaldo Gomes de Azevedo, Paulo César Martins, Breno César Martins, Bruno César Aristides Martins, Augusto Matias Cruz, José Carlos de Freitas (vulgo “Freitas”), e Valcenir Nunes Inerio (conhecido como “Bateco”).
 
Todos vão responder pelos crimes de organização criminosa, contravenção penal do jogo do bicho, extorsão, extorsão mediante sequestro e lavagem de dinheiro.

Já na segunda denúncia, referente à organização  Ello/FMC, além de Frederico Müller Coutinho, foram denunciados Dennis Rodrigues Vasconcelos, Indinéia Moraes Silva, Kátia Mara Ferreira Dorileo, Madeleinne Geremias de Barros, Glaison Roberto Almeida da Cruz, Werechi Maganha dos Santos, Edson Nobuo Yabumoto, Laender dos Santos Andrade, Patrícia Moreira Santana, Bruno Almeida dos Reis, Alexsandro Correia, Rosalvo Ramos de Oliveira, Eduardo Coutinho Gomes, Marcelo Conceição Pereira, Haroldo Clementino Souza, João Henrique Sales de Souza, Ronaldo Guilherme Lisboa dos Santos e Adrielli Marques.
 
Pesam contra os supostos integrantes da Ello/FMC a prática dos crimes de organização criminosa, contravenção penal do jogo do bicho e lavagem de dinheiro.

Comentários no Facebook

Comentários no Site

0 comentários

AVISO: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião da Agência da Notícia. É vetada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. O site Agência da Notícia poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema da matéria comentada.
Comentários com mais de 1300 caracteres serão cortados no limite.

Notícias Relacionadas

 
Sitevip Internet