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Notícias / Agronegócio

3 Fev 2020 - 10:20

Milho fecha mês em alta de 5,52%

Avanço da colheita limitou aumento maior

Agrolink

Reprodução Ilustrativa

 (Crédito: Reprodução Ilustrativa)
Os preços do milho no mercado brasileiro fecharam primeiro mês de 2020 em alta de 5,52%, com a colheita do cereal fazendo pressão para queda, segundo informações da T&F Consultoria Agroeconômica. Além disso, a queda nos preços da carne também foi um item importante para que os valores do milho não subissem mais. 

“Nos principais estados consumidores do Sul do país a colheita do milho está se intensificando e aliviando a pressão da demanda. O RS já colheu cerca de 38% (a Emater fala em 26%, mas nossa pesquisa mostra mais), o PR colheu 2% e em SC, um estado muito carente de milho, a colheita começa a se intensificar em 15/2. Com isto, as importações do Centro-Oeste e do Paraguai e o impulso de alta dos preços sofrem reversão”, comenta a Consultoria. 

Nesse contexto, acabou havendo um recuo significativo para os preços do milho em quatro dos cinco dias úteis da última semana de janeiro. “Nesta sexta-feira voltaram a recuar cerca de 0,18% nos preços médios de Campinas, principal praça de  referência do milho brasileiro para R$  50,46/saca, contra R$  50,55 do dia anterior, reduzindo os ganhos do mês para 5,52%, contra 5,71% do dia anterior”, completa. 

No caso do Rio Grande do Sul, com a colheita maior do que a anunciada, os compradores acabaram se retirando do mercado para diminuir a pressão. “Com o início da colheita, que estimamos em 38%, contra 26% da Emater local, o mercado de lotes esteve bem vazio de negócios hoje, embora os preços tenham  se  mantido entre  R$  46,00  e  47,00  no  interior.  Com  colheita  própria,  muitos  agricultores  não  precisam  comprar  milho  fora  e  o mercado reduz o ritmo”, indica a T&F.   

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