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24 Fev 2020 - 09:19

“Tenho direito de declarar voto e trabalhar por um candidato”

DEM e PDT já oficializaram Júlio Campos e Otaviano Pivetta; Mendes ainda não decidiu quem apoiar

Mídia News

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 (Crédito: Mídia News)
O governador Mauro Mendes (DEM) sinalizou que deve participar da campanha eleitoral em abril deste ano, que marcará a escolha de um novo senador por Mato Grosso para ocupar a vaga aberta em razão da cassação do mandato da senadora Selma Arruda (Podemos).
 
De um lado, muitos aliados defendem que Mendes adote uma postura de neutralidade. De outro, o governador afirma que, assim como qualquer eleitor do Estado, tem o direito de manifestar seu voto.
 
“Por enquanto, estou observando o cenário, estou um pouco alheio a esse processo. Mas, como cidadão, como governador, tenho todo direito de, em algum momento, apoiar, declarar meu voto e trabalhar pelo candidato que acredito que possa ser o melhor para o Estado”, disse ele em conversa com a imprensa, na quinta-feira (20).
 
As especulações em torno do posicionamento de Mendes no pleito que se avizinha ocorrem já que alguns de seus aliados devem protagonizar a disputa.
 
"Como cidadão, como governador, tenho todo direito de apoiar, declarar meu voto e trabalhar pelo candidato que acredito que possa ser o melhor para o Estado".
 
No início desta semana, por exemplo, o DEM lançou oficialmente a pré-candidatura do ex-governador Julio Campos ao Senado. Enquanto que, no final de semana anterior, o PDT também oficializou o nome do vice-governador Otaviano Pivetta.
 
Ainda há expectativa de que de o PSD lance o nome de Carlos Fávaro, que atualmente responde pelo Escritório de Representação de Mato Grosso em Brasília.
 
“Por enquanto, estou neutro, cuidado das minhas funções e obrigações como governador. Mas, acho que todo cidadão, seja ele prefeito, governador, jornalista, tem direito de declarar seu voto e fazer campanha”, afirmou.
 
“Isso é, absolutamente, normal. Mas, neste momento, não me coloco na obrigação de ficar comentando decisões ou declarações de qualquer pessoa”, completou.
 
A vaga

A vaga surgiu após Selma e seus suplentes, Gilberto Eglair Possamai e Clérie Fabiana Mendes, serem cassados pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE) em abril de 2019 por omitir despesas na ordem de R$ 1,2 milhão durante a pré-campanha e campanha de 2018, o que configura caixa 2 e abuso de poder econômico. 

Os gastos foram identificados na contratação da KGM, empresa de pesquisa eleitoral, e a Genius Publicidade.

Ela recorreu da decisão, mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou a cassação, por 6 votos a 1.

Os ministros também decretaram a inelegibilidade de Selma e seus suplentes por um prazo de oito anos, além da realização de novas eleições em Mato Grosso.
 

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