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20 Jun 2020 - 09:22

Clima esquenta e deputados não se entendem sobre Previdência

Realizado para discutir texto de reforma, encontro na manhã desta sexta-feira teve bate-boca

Mídia News

Fablicio Rodrigues/ ALMT

 (Crédito: Fablicio Rodrigues/ ALMT)

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Deputados estaduais elevaram o tom durante as discussões sobre a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Reforma da Previdência em reunião realizada na manhã desta sexta-feira (19), na Assembleia Legislativa.

 

O encontro reuniu representantes do MT-Prev e os parlamentares para chegar a um consenso sobre emendas a serem apresentadas à PEC. E o que deveria ser uma tentativa de consenso, tornou-se uma verdadeira confusão: tapa na mesa, palavrões e até abandono da reunião.

 

O clima esquentou quando o deputado Wilson Santos (PSDB) foi defender o texto na integralidade apresentado pelo Executivo Estadual. 

 

Segundo apurou a reportagem, o parlamentar chegou a defender que a aposentadoria do servidor deveria ser feita na sua totalidade de forma privada. Ao terminar a fala, foi repreendido pelos deputados Paulo Araujo (Progressistas), João Batista (Pros) e até o secretário de Estado de Cultura, Allan Kardec, que é parlamentar licenciado.

 “Desagradável, inoportuna, constrangedora. Tanto é que foi reprimido à altura”, disse uma fonte ao MidiaNews. Que completou dizendo que o parlamentar se comportou como um "puxa-saco" do Governo.

 

No meio da discussão, um dos deputados chegou a deixar a sala de reunião.

 

Também participaram da reunião o presidente do Legislativo Eduardo Botelho (DEM), Doutor João (MDB), Faissal Calil (PV), Carlos Avallone (PSDB) e o presidente do MT-Prev Elliton Souza.

 

Os servidores públicos Oscarlino Alves (Sisma-MT) e Ricardo Bertolini (Sindifisco-MT) também fizeram parte da reunião. 

 

Embate

 

A mensagem do Executivo altera a idade mínima para aposentadoria dos servidores públicos estaduais. Para homens será de 65 anos, e 62 anos para mulheres. Compulsoriamente quando completar 75 anos para ambos os sexos.

 

Um grupo de 10 parlamentares defende que haja uma regra de transição para que as regras comecem a valer. 

 

A PEC só é aprovada se obtiver, em duas fases, o voto favorável de três quintos dos membros do Legislativo, ou seja, 15 deputados.

 

 

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