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25 Jun 2020 - 11:00

PSD analisa nome de empresário para disputa em Cuiabá

Adeildo Ferreira da Silva ganhou projeção com desistência de candidato natural da sigla

Mídia News

Reprodução

 (Crédito: Reprodução)
O empresário Adeildo Ferreira da Silva, do ramo imobiliário, está sendo cotado no PSD como pré-candidato a prefeito de Cuiabá.

 

Adê Silva, como é conhecido, foi convidado inicialmente para a disputa de vereador, mas seu nome ganhou projeção à Prefeitura após a desistência do José Wenceslau Júnior, presidente do Sistema Fecomércio em Mato Groso, que era o candidato natural da sigla.

 

Os membros do diretório do PSD na Capital devem definir nos próximos dias o rumo a ser tomado. Há entre os integrantes uma posição clara de marchar com uma candidatura própria. Falta definir por quem ela será liderada.

 

Adeildo Silva tem 45 anos e é natural de Naviraí, no Mato Grosso do Sul. Ele é filho de um dos pastores fundadores da Assembleia de Deus em Mato Grosso, Sebastião Ferreira da Silva.


Ele diz que o seu projeto de disputar a Câmara Municipal nasceu de amigos, familiares e conhecidos, “todos inconformados com a representação que temos hoje”.

 

Sobre uma eventual mudança de rumo, encarando uma disputa a prefeito, ele diz: “Sou soldado do partido. Não poderia me furtar de uma convocação. Temos um grupo coeso, gente que acredita na gente. Todos serão ouvidos”.

 

Críticas

 

O empresário criticou a gestão do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB). “Falta transparência nas ações. Vimos secretários como os de Saúde e, agora, de Educação, serem afastados e até presos por denúncias de malversação de dinheiro público. Inadmissível isso”, afirmou.

 

“Mas hoje, além desta questão, vejo que não há uma administração arrojada capaz de fortalecer o nosso Distrito Industrial. Falta uma administração que gere oportunidades, capacitação, atraia indústria e empregos. Cuiabá tem a vocação natural para ser pólo industrial do Estado, mas falta uma política arrojada voltada para isso".

 

O empresário também defendeu ações pontuais em mobilidade urbana. “É preciso pensar Cuiabá além dos 300 anos. Ainda gatinhamos nessa área. Curitiba, no Paraná, tem um transporte urbano avançado porque planejou. Tem essa linha de VLT cortando dois lados da nossa cidade. Absurdo isso, sem uma solução”, afirmou.

 

“Sei que não compete ao prefeito resolver, mas cabe a ele exigir uma solução. Não dá pra deixar do jeito que está. Olha, não tenho dúvida que se tivermos um transporte público decente muita gente vai deixar seus veículos em casa e usar ônibus e trens, se for o caso do VLT vingar, como muitos o fazem fora daqui”, disse.

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