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Agência da Notícia, Quinta-feira 29 de Outubro de 2020

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17 Jul 2020 - 08:31

Assembleia aprova verba indenizatória aos servidores da saúde de R$ 500

Gazeta Digital

Maros Vergueiro/Secom-MT

 (Crédito: Maros Vergueiro/Secom-MT)
Com diferenciação entre os valores, os deputados estaduais aprovaram em segunda votação o pagamento de verba indenizatória aos trabalhadores da saúde em Mato Grosso.

 

No entanto, em uma negociação com o governo do Estado, os deputados elevaram em R$ 100 o benefício que será pago a todos os profissionais de saúde. O governador Mauro Mendes (DEM) havia apresentado pagamento de R$ 400 e uma negociação com os deputados o valor foi elevado para R$ 500 mensais. 

 

Assessor-chefe e diretor-geral receberão R$ 2.100,00 de verba indenizatória. Os superintendentes de enfermagem, assessor técnicos receberão R$ 1.700,00. Os coordenadores receberão R$ 2.250,00 e os outros servidores de unidades de atendimento do SUS para tratamento de covid-19 será de R$ 500, inclusive médicos e enfermeiros. O pagamento vai durar até o fim do decreto de emergência do estado de Mato Grosso.

 
O projeto prevê também o pagamento dos plantões aos funcionários contratados que sejam infectados.

 

Na quarta-feira (15) o governador Mauro Mendes até chegou a fazer um apelo para que os deputados pudessem votar o projeto com urgência. Com o pedido, os deputados aceleraram a tramitação e convocaram sessão extraordinária para votar o projeto nesta quinta.

 

Os deputados de oposição e os da bancada dos servidores públicos até chegaram a criticar o projeto e pediram isonomia entre todos os servidores da saúde  com o pagamento de R$ 1.100 de VI, mas a emenda não foi aprovada na Assembleia. 

 

Outro ponto colocado em discussão são as pessoas jurídicas que atuam na saúde. O deputado Dr. João (MDB) destacou que os PJs acabam sendo junção de médicos e recebem valor por plantão menor que um médico que trabalha diretamente para a Secretaria de Estado de Saúde (SES).

 

A VI será paga até o fim do decreto de calamidade e não será incorporada aos salários dos servidores. Apenas o deputado Lúdio Cabral (PT) votou contra porque pedia isonomia entre os servidores e um auxílio no valor de R$ 1.100 aos servidores. 

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