Agência da Notícia

Mato Grosso

Agência da Notícia, Sexta-feira 14 de Agosto de 2020

2 1
:
1 6
:
4 8

Últimas Noticias

Notícias / Judiciário

22 Jul 2020 - 15:30

Justiça eleitoral nega novamente quebrar sigilo bancário de Avalone por R$ 89 mil

RD News

Publicidade

Ojuiz-membro do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) Fábio Henrique Fiorenza negou a quebra do sigilo bancário do deputado estadual Carlos Avalone (PSDB) em uma ação em que é acusado de possível compra de votos na eleição de 2018. A quebra do sigilo na contas do parlamentar já havia sido negada anteriormente.A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) move a representação com base em uma apreensão de cerca de R$ 90 mil em um carro com materiais de campanha do deputado em 4 de outubro, poucos dias antes do pleito em que Avalone foi eleito suplente – ele ocupa a cadeira deixada por Guilherme Maluf. O pedido da PRE foi feito para tentar provar que o valor apreendido seria destinado à compra de votos.“De fato, a instrução, ainda que tenha produzido indícios de que o valor apreendido, de fato, tem vinculação com a campanha do representado, embora de origem não identificada e omitido em sua prestação de contas, não avançou no sentido de se comprovar a destinação específica da soma para a troca por votos”, avaliou o magistrado.

Além de Avalone, o pedido da PRE atingia Dener Antônio da Silva, Rosenildo do Espirito Santo Bregantini, Luiz da Guia Cintra de Alcântara e Armando Bueno, ligados também ao dinheiro apreendido.

veja ainda
TRE-MT mantém no processo vídeo que liga Avalone a R$ 89,9 mil apreendidos

MP pede quebra do sigilo bancário de Avalone e de 3 abordados com R$ 89 mil

TRE autoriza investigação contra Avalone por R$ 89 mil apreendidos em campanha

Inspetor da PRF é intimado para depor em ação que pode cassar mandato de Avalone

Antes, a então juíza-membro do TRE-MT Vanessa Curti Perenha Gasques também havia negado o mesmo pedido, em 29 de julho de 2019. Ela destacou que trata-se de uma representação para apurar a compra de votos e que a origem dos recursos não seria importante nesse caso. A magistrada deixou em aberto a possibilidade de quebra do sigilo se novos fatos surgissem.

Além dessa representação da PRE por compra de votos, existe um inquérito policial decorrente da apreensão do dinheiro pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).

“Assim, considerando que o quadro probatório existente quando da decisão sobre o pedido de sigilo bancário no que toca ao ponto que levou ao indeferimento desse pedido não se alterou pelas provas produzidas posteriormente, o reexame dessa decisão não se justifica e deve, pois, ser indeferido”, disse Fábio Henrique Fiorenza.

Comentários no Facebook

Comentários no Site

0 comentários

AVISO: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião da Agência da Notícia. É vetada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. O site Agência da Notícia poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema da matéria comentada.
Comentários com mais de 1300 caracteres serão cortados no limite.

 
Sitevip Internet