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Agência da Notícia, Sábado 15 de Agosto de 2020

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31 Jul 2020 - 15:30

Pedido de impugnação de consulta para reitoria é negado e pleito segue na UFMT

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 (Crédito: Reprodução)

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Foi negado o pedido de impugnação da votação da nova reitoria da UFMT. O requerimento foi feito ao Colégio Eleitoral pela candidata e professora Danieli Backes, que alegou inconsistências graves nas votações. Ela tinha pedido a anulação da consulta pública, mas, com a negativa, o pleito segue para definição da lista tríplice. Uma nova votação entre os membros dos conselhos superiores da universidade deve ocorrer no dia 11 de agosto para a definição dos três nomes a ser escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Segundo a Resolução nº 4, do Colégio Eleitoral da UFMT, as listas tríplices serão compostas pelos nomes dos três mais votados para reitor e vice, respectivamente, nesta nova votação. A consulta pública realizada na última sexta (24), com votos de professores, estudantes e técnicos, tem caráter consultivo, ou seja, mostra a intenção da comunidade acadêmica. Mas os candidatos que concorreram a ela poderão se inscrever de novo para voltar ao páreo, além de outros interessados.

Na consulta saiu vitorioso o doutor em engenharia elétrica e professor Evandro Aparecido Soares da Silva, que comanda a UFMT desde a renúncia da ex-reitora Myrian Serra. Ele obteve 66% dos votos. A chapa liderada pela professora de administração Danieli ficou em segundo lugar, com 20,5% dos votos válidos. Já o professor Alexandre Paulo Machado aparece em terceiro lugar com 7,21% dos votos.Nesta terça (28), o Colégio Eleitoral publicou edital para inscrição dos candidatos. Mas, de acordo com a resolução do colégio eleitoral, a candidatura para reitor e vice é individual. Assim, é proibido as inscrições de uma mesma pessoa para os dois cargos, além de não haver mais chapas nessa fase. Podem concorrer a votação professores titulares ou associados em exercício, ou quem possui o título de doutor reconhecido pelo Capes, quando não revalidado pelo MEC quando obtido no exterior.

Após a apresentação dos candidatos e julgamento de eventuais impugnações de candidaturas, os membros dos conselhos superiores devem escolher um nome em duas cédulas - um para reitor, outro para vice. O voto é individual.

Os órgãos colegiados superiores são formados pelo Conselho de Pesquisa e Extensão, Conselho Diretor e Conselho Universitário. O resultado das listas tríplices para reitor e vice devem sair no dia 12 de agosto. Em seguida, será encaminhado ao Ministério da Educação (MEC) e a Bolsonaro.

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