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5 Ago 2020 - 14:27 | Atualizado em 7 Ago 2020 - 11:33

"Menina que atirou na minha filha não estava na casa quando me chamaram", dispara mãe de Isabele Ramos morta aos 14 anos em Cuiabá

Agência da Notícia - Redação

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 (Crédito: Agência da Notícia)
"Menina que atirou na minha filha não estava na casa quando me chamaram", dispara mãe de Isabele Ramos morta aos 14 anos em Cuiabá 

O "caso Isabele" é hoje destaque nas manchetes dos principais jornais do estado de Mato Grosso, com direito a duas reportagens no programa "Fantástico" da rede Globo em domingos consecutivos.

Para quem não está acompanhando o caso, vamos relembrar: Isabele Ramos morreu no dia 12 de julho com um tiro no rosto no banheiro da casa da melhor amiga dela, uma adolescente de 14 anos.

A casa é da família Cestari e fica em um condomínio de Alto padrão na capital.

Esta adolescente disse que o disparo foi acidental. Em depoimento à Polícia Civil ela contou que o pai dela teria pedido para ela guardar algumas armas no armário do quarto do casal. No caminho ela foi conversar com Isabele e quando se aproximou da amiga a arma disparou "sem querer".

Mas são muitas as duvidas no inquérito que é conduzido pela Polícia Civil. 

"Foi ou não um disparo acidental?"

A mãe de Isabele, a empresária Patricia Ramos, disse que foi chamada a casa da família Cestari por que teria acontecido um acidente com a filha dela.

Ao chegar na casa Patrícia foi levada ao banheiro.

"Que declarante entrou no banheiro e viu o empresário Marcelo Cestari fazendo massagem cardíaca na Isabele. Perguntou ao Marcelo se a filha tinha pulso e ele respondeu que não sabia e pediu para ela ver", traz trecho do depoimento de Patrícia a Polícia Civil.

Neste momento a empresária contou que pegou na cabeça da filha e viu que parte do cérebro está exposto e percebeu que a filha estava morta.

"Sai do banheiro e perguntei olhando no rosto de todos, o que tinha acontecido e ninguém falou nada", contou Patricia.

O depoimento mostra ainda que Patricia não viu, em nenhum momento, a adolescente que teria feito o disparo contra a filha dela. Também não viu a arma ou a cápsula no local do crime.

Uma vizinha contou a Polícia Civil que a adolescente que realizou o disparo e a irmã foram a casa dela, sem o consentimento, tomaram banho, e trocaram de roupas. Vestindo roupas do filho adolescente dela, que seria namorado de uma das meninas.

Ao encontrar as roupas a mulher entregou as mesmas para a Polícia Civil, que encaminhou para Perícia.

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