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29 Ago 2020 - 10:40

Com dinheiro na conta, Mauro terá que concluir VLT ou devolver recurso à União

RD News

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 (Crédito: Reprodução)
As obras do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), paralisadas desde dezembro de 2014, ainda são um assunto delicado e tem gerado conversas desencontradas no meio político. Defensor da conclusão imediata do VLT, o senador Wellington Fagundes (PL) diz que o Estado já tem o aval até do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e que o governador Mauro Mendes (DEM) não fizer a obra, terá que devolver o recurso à União.

Já Mauro Mendes (DEM), assume falhas internas na gestão, mas coloca o impasse nas mãos da União. “O governo federal faz parte do problema e fará parte da solução”, disse em coletiva nesta sexta (28) na entrega do Residencial Santa Barbara, em Várzea Grande. Segundo o governador, não há nada definido sobre o destino do modal e isso ainda será deliberado.Segundo o  apurou, os estudos que indicam a viabilidade já estão prontos e foram apresentados ao governador, o qual alega que os trabalhos ainda estão em andamento.prometeu concluir a obra no primeiro ano de mandato, o caso pede cautela. “Estamos conduzindo a pauta, mas pela pandemia não conseguimos fazer reuniões. Nas próximas semanas ou meses vamos avaliar para termos todos os elementos técnicos e financeiros para tomar uma decisão que preserve o interesse público”.

Alega que teme pelo impacto do VLT no orçamento e diz que nunca se comprometeu com anúncios e chegou a se desculpar por não conseguir terminar a obra no primeiro ano.

“Tinha essa intenção no ano passado e mudou por três vezes o secretário nacional de mobilidade urbana, foi um problema. Tivemos problemas internos com atualização de relatórios, novo estudo de origem e destino”.

Situação do VLT

Iniciadas em 2012, as obras estão paradas desde dezembro de 2014. O orçamento inicial para implantação do modal é de R$ 1,477 bilhão, dos quais R$ 1,066 bilhão já foram pagos pelo governo para o Consórcio VLT, empresa responsável pelos trabalhos à época.

O modal engloba duas linhas uma delas ligando o aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, à avenida do CPA, na Capital, e outra do Porto até a avenida Fernando Corrêa.

O contrato com o consórcio foi Governo do Estado no final de 2017 após a Operação Descarrilho - deflagrada pela Polícia Federal em agosto do mesmo ano - que apontou indícios de irregularidades no acordo. A delação do ex-governador Silval Barbosa, que originou a operação, foi primordial para a suspensão contratual.

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